Roxo
José de Oliveira Alves · nasceu em 1958
Roxo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roxo declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- RoxoR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 65% De uma propriedade ruralR$ 1,1 miTerreno rural
- Prédio comercial situado na rua bento barbosaR$ 519,9 milPrédio comercial
- Casa situada na rua valeriano alvesR$ 195 milCasa
- 50% De um lote de terrenoR$ 130 milTerreno
- Lote de terreno situado na rua valeriano alvesR$ 48,7 milTerreno
- Conta corrente no banco do brasil S/A agência 0292-5 em…R$ 2.900Conta corrente no país
- Saldo em conta corrente no banco itaú S/AR$ 99Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Roxo declarou ao TSE R$ 264 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 114 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Pequi (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 23,5 mil46,9%
- Fundo partidárioTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 16,2 mil32,4%
- Próprio bolsoR$ 10,4 mil20,7%
Para onde foi
- Pessoal36 pessoas, não nomeadasR$ 23,3 mil45,4%
- EventosTudo de Odilon Goncalves Da Silva 76508838687R$ 4.8589,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.4572,8%
- EscritórioR$ 5201%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pequi (MG), 2016
Roxo: R$ 44,8 por voto (mediana da disputa, R$ 63,1). Quem venceu, João Do Banco, gastou R$ 63,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,4; o mais barato, R$ 44,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roxo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Do Banco DEMR$ 78 mil · 1.227 votosR$ 63,4
- Dr. André CIDADANIAR$ 52 mil · 823 votosR$ 63,1
- Roxo PSDBR$ 51 mil · 1.145 votosR$ 44,8
Votos por real
- 2016, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.