Jayme
Jayme Soares Ribeiro · nasceu em 1935
Jayme se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 81 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jayme declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 57 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 210,7 mil acima da inflação.
Declarou 57 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- JaymeR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Na rua siqueira campos em presidente prudenteR$ 812,3 milApartamento
- 01 Casa de alvenaria c/ 08 comodosR$ 406,2 milCasa
- 01 Veículo HB-20 2013 banco do brasilR$ 81,2 milLeasing
- Consorcio chevroletR$ 40,6 milConsórcio não contemplado
- Fiat - tempra 1994R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- PoupançaR$ 1.625Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jayme declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Emilianópolis (SP) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.61990,9%
- Material impressoR$ 1267,1%
- EscritórioR$ 362%
Quanto custou cada voto: vereador, Emilianópolis (SP), 2016
Jayme: R$ 37,9 por voto (mediana da disputa, R$ 26,2). Quem venceu, Tazinho, gastou R$ 5,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,5; o mais barato, R$ 5,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jayme. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Lucas Do Cido PSDBR$ 1,2 mil · 17 votosR$ 68,5
- Neizinho PTBR$ 1,5 mil · 35 votosR$ 41,6
- Jayme MDBR$ 1,8 mil · 47 votosR$ 37,9
- Rosangela Do João Apolo PSBR$ 1,3 mil · 39 votosR$ 32,8
- Adna Matias PSDBR$ 1,4 mil · 53 votosR$ 27
- Vá Batateiro PTBR$ 1,3 mil · 51 votosR$ 26,2
- Paulinho Porretti PTBR$ 3,4 mil · 150 votosR$ 22,8
- Selma Aranda PSDBR$ 2,1 mil · 98 votosR$ 21,6
- Olicio PTBR$ 1,5 mil · 77 votosR$ 19,6
- Marlene Do Valdo PTBR$ 1,1 mil · 92 votosR$ 12,3
- Tazinho PTBR$ 972 · 187 votosR$ 5,20
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.