Marlene do Valdo
Marlene de Matos Oliveira · nasceu em 1973
Marlene do Valdo se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marlene do Valdo declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 146,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Marlene do ValdoR$ 219,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marlene do Valdo declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Emilianópolis (SP) · PTB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Outros candidatosR$ 14280%
- PessoasR$ 3520%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Emilianópolis (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,85 por voto. Quem venceu, Pirrita, gastou R$ 4,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,6; o mais barato, R$ 4,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cidinha Alcantara PVR$ 580 · 21 votosR$ 27,6
- Aline Professora PVR$ 679 · 47 votosR$ 14,5
- Zé Rato PSBR$ 651 · 47 votosR$ 13,9
- Chicote PTBR$ 679 · 55 votosR$ 12,4
- Luquinha PVR$ 1,8 mil · 165 votosR$ 10,8
- Antonio Rosa PVR$ 1,3 mil · 124 votosR$ 10,3
- Susy Sato PSBR$ 955 · 97 votosR$ 9,85
- Carlinho Do Ezequiel PTBR$ 1,1 mil · 127 votosR$ 8,80
- Paulinho Porreti PTBR$ 1,1 mil · 140 votosR$ 8,09
- Mael PSBR$ 708 · 116 votosR$ 6,10
- Henrique Zovo PVR$ 722 · 119 votosR$ 6,07
- Pirrita PTBR$ 793 · 179 votosR$ 4,43
Votos por real
- 2016, vereadora: 81 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.