Apuração
Deputado federal · 2014 · PT

Itamar da Cut

Itamar dos Santos Ferreira · nasceu em 1964

Itamar da Cut se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2010PT2014PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalDep. estadualPartidoPT2002200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, não eleito.

Declarou ao TSE em 2014: 50 anos, superior completo, bancário e economiário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Rondônia
    PT 1333· centro-esquerda
    não eleito5.474 votos; 33º mais votado de 81 no estado
  2. 2010
    Deputado federal · Rondônia
    PT 1333· centro-esquerda
    suplente9.456 votos; 16º mais votado de 71 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · Rondônia
    PT 13777· centro-esquerda· na urna, Itamar Sind. Bancários
    suplente1.028 votos; 155º mais votado de 327 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Itamar da Cut teve 5.474 votos para deputado federal, 0,7% dos votos válidos do estado: 33º lugar entre 81 candidatos.

Recebeu votos em 50 cidades. Porto Velho deu 51,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,2%.

5.474 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 5.474 votos.
  1. Porto Velho (RO)2.798 votos51,1%
  2. Cacoal (RO)386 votos7,1%
  3. Colorado do Oeste (RO)289 votos5,3%
  4. Vilhena (RO)279 votos5,1%
  5. Nova Brasilândia D'oeste (RO)235 votos4,3%
  6. Outras 35 cidades481 votos8,8%
As outras 2 eleições para deputado
9.456 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 9.456 votos.
  1. Porto Velho (RO)7.017 votos74,2%
  2. Ariquemes (RO)340 votos3,6%
  3. Ji-Paraná (RO)188 votos2%
  4. Corumbiara (RO)184 votos1,9%
  5. Vilhena (RO)168 votos1,8%
  6. Outras 35 cidades566 votos6%
1.028 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.028 votos.
  1. Porto Velho (RO)811 votos78,9%
  2. Ariquemes (RO)59 votos5,7%
  3. Vilhena (RO)41 votos4%
  4. Cacoal (RO)29 votos2,8%
  5. Ji-Paraná (RO)22 votos2,1%
  6. Outras 8 cidades12 votos1,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Itamar da Cut declarou R$ 193,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2014, o total caiu R$ 231,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 193,9 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)

Declarou 38% da mediana dos candidatos a deputado federal em Rondônia em 2014.

  • Itamar da CutR$ 193,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 511,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 193,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Itamar da Cut declarou ao TSE R$ 1,7 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 1,1 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rondônia · PT · não eleito

De onde veio

R$ 568,7 mil
0% veio de fundos públicos; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 568,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 182,4 mil32,1%
  2. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 155,8 mil27,4%

Para onde foi

R$ 689,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 689,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal39 pessoas, não nomeadasR$ 64,5 mil9,4%
  2. ServiçosR$ 28,8 mil4,2%
  3. EventosR$ 8.0451,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rondônia, 2014

Itamar Da Cut: R$ 126 por voto (mediana da disputa, R$ 45). Quem venceu, Marcos Rogerio, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 252; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Itamar Da Cut. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 9,4 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 8,7 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.