Apuração
Vereador · 2016 · DEMOCRATA

Irmão Nelson

Nelson Alves de Oliveira · nasceu em 1965

Irmão Nelson se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoDEMOCRATA−0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2016DEMOCRATA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2008–2012), DEMOCRATA (2016).

VereadorPartidoPTDEMOCRATA20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, contador, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEMOCRATA 35090· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    PT 13023· centro-esquerda
    suplente419 votos
  3. 2008
    PT 13023· centro-esquerda· na urna, Nelson do Transito
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Irmão Nelson declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Telêmaco Borba (PR) · DEMOCRATA · suplente

De onde veio

R$ 5.003
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.003.
  1. Próprio bolsoR$ 4.29185,8%
  2. Outros candidatosR$ 71214,2%

Para onde foi

R$ 5.003
O maior gasto foi com material impresso: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.003.
  1. Material impressoR$ 4.17483,4%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 50510,1%
  3. TransporteR$ 1623,2%
  4. ServiçosR$ 1623,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Telêmaco Borba (PR), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Elis, gastou R$ 7,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,2; o mais barato, R$ 7,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Valdinei Oliveira PSCR$ 8,3 mil · 102 votosR$ 81,2
  • Manoel Vilasboas CIDADANIAR$ 12 mil · 208 votosR$ 55,7
  • Rubens Benck PDTR$ 29 mil · 531 votosR$ 54,1
  • Professor Neri CIDADANIAR$ 25 mil · 483 votosR$ 52,5
  • Dr. André Coraiola REPUBLICANOSR$ 20 mil · 499 votosR$ 40,5
  • Vitinho PDTR$ 8 mil · 206 votosR$ 38,8
  • Renato Bahena SOLIDARIEDADER$ 19 mil · 703 votosR$ 27,3
  • Mauricio DEMOCRATAR$ 28 mil · 1.197 votosR$ 23
  • Sete PSBR$ 9,2 mil · 503 votosR$ 18,3
  • Marquinho PSCR$ 9 mil · 646 votosR$ 13,9
  • Ezequiel Betim CIDADANIAR$ 9,2 mil · 794 votosR$ 11,6
  • Elis PSBR$ 8,5 mil · 1.174 votosR$ 7,22

Votos por real

  • 2016, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.