Renato Bahena
nasceu em 1951
Renato Bahena se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2012), SOLIDARIEDADE (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, ensino médio, terapeuta, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Renato Bahena declarou R$ 133,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 46,7 mil acima da inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Renato BahenaR$ 133,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Toyota Hilux 2011R$ 108,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo de Carga KombiR$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel BelinaR$ 7.039Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel FuscaR$ 5.746Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Careta Reboque 2015R$ 3.159Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Renato Bahena declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Telêmaco Borba (PR) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.68040,3%
- PessoasR$ 2.97232,5%
- PartidoR$ 1.28614,1%
- Fundo eleitoralR$ 92410,1%
- Outros candidatosR$ 2723%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.80764,6%
- PessoalR$ 2.06635,1%
- EscritórioR$ 200,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Telêmaco Borba (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,7 por voto. Quem venceu, Elis, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 163; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- José Augusto Da Bettel PSLR$ 14 mil · 84 votosR$ 163
- Adão Araújo PSDR$ 9,2 mil · 119 votosR$ 77,3
- Amauri Pukanski CIDADANIAR$ 25 mil · 406 votosR$ 60,7
- Paulo César PSBR$ 31 mil · 525 votosR$ 58,2
- Daniel Mello Pitbull PSDR$ 12 mil · 226 votosR$ 51,9
- Marcos William CIDADANIAR$ 9,8 mil · 389 votosR$ 25,2
- Elyson Gomes PLR$ 7,3 mil · 352 votosR$ 20,7
- Mauricio PROSR$ 8,1 mil · 420 votosR$ 19,2
- Ezequiel Betim CIDADANIAR$ 11 mil · 582 votosR$ 19
- Flenik PDTR$ 8,1 mil · 450 votosR$ 18
- Japão DEMR$ 9,8 mil · 783 votosR$ 12,5
- Elis PLR$ 11 mil · 1.032 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2020, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.