Apuração
Vereador · 2020 · CIDADANIA

Sete

Luiz Carlos dos Santos Martins · nasceu em 1961

Sete se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PODE2012PRP2016PSB2020CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 4 partidos: PODE (2008), PRP (2012), PSB (2016), CIDADANIA (2020).

VereadorPartidoPODEPRPPSBCIDADANIA2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, eletricista e assemelhados, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    CIDADANIA 23777· centro-direita
    suplente
  2. 2016
    PSB 40777· centro-esquerda
    suplente503 votos
  3. 2012
    PRP 44777· direita
    eleito877 votos
  4. 2008
    PODE 19777· centro-direita
    não eleito551 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Sete declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 27,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 57,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.

  • SeteR$ 57,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 57,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Sete declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Telêmaco Borba (PR) · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 2.395
47% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.395.
  1. PessoasR$ 1.27453,2%
  2. Fundo eleitoralR$ 84935,5%
  3. Outros candidatosR$ 27211,3%

Para onde foi

R$ 2.080
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.080.
  1. Material impressoR$ 1.75584,4%
  2. ServiçosR$ 28313,6%
  3. EscritórioR$ 422%

Quanto custou cada voto: vereador, Telêmaco Borba (PR), 2020

Mediana da disputa: R$ 20,7 por voto. Quem venceu, Elis, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 163; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • José Augusto Da Bettel PSLR$ 14 mil · 84 votosR$ 163
  • Adão Araújo PSDR$ 9,2 mil · 119 votosR$ 77,3
  • Amauri Pukanski CIDADANIAR$ 25 mil · 406 votosR$ 60,7
  • Paulo César PSBR$ 31 mil · 525 votosR$ 58,2
  • Daniel Mello Pitbull PSDR$ 12 mil · 226 votosR$ 51,9
  • Marcos William CIDADANIAR$ 9,8 mil · 389 votosR$ 25,2
  • Elyson Gomes PLR$ 7,3 mil · 352 votosR$ 20,7
  • Mauricio PROSR$ 8,1 mil · 420 votosR$ 19,2
  • Ezequiel Betim CIDADANIAR$ 11 mil · 582 votosR$ 19
  • Flenik PDTR$ 8,1 mil · 450 votosR$ 18
  • Japão DEMR$ 9,8 mil · 783 votosR$ 12,5
  • Elis PLR$ 11 mil · 1.032 votosR$ 10,2

Votos por real

  • 2020, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 490 votos por R$ 1.000, 9,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.