Inês de Oliveira
Inês Martins de Oliveira Alves · nasceu em 1954
Inês de Oliveira disputou uma eleição, em 2002, para deputada estadual (Mato Grosso), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2002, suplente.
Declarou ao TSE em 2002: 48 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2002Deputada estadual · Mato GrossoPSDB 45789· centro-direitasuplente5.395 votos; 65º mais votada de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Inês de Oliveira teve 5.395 votos para deputada estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 65º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 76 cidades. Cuiabá deu 37,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Inês de Oliveira declarou ao TSE R$ 887 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Deputada estadual · Mato Grosso · PSDB · suplente
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 216,3 mil24,4%
- OutrosTudo de Comercialização De Bens Ou Realização De EventosR$ 82,3 mil9,3%
- PartidoTudo de Direção EstadualR$ 59,5 mil6,7%
- Próprio bolsoR$ 44,1 mil5%
Para onde foi
- Serviços82 pessoas, não nomeadasR$ 311,4 mil35,1%
- OutrosR$ 27,5 mil3,1%
Quanto custou cada voto: deputada estadual, Mato Grosso, 2002
Inês De Oliveira: R$ 164 por voto (mediana da disputa, R$ 42,4). Quem venceu, Humberto Bosaipo, gastou R$ 16,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 16,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Inês De Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Inês De Oliveira PSDBR$ 886 mil · 5.395 votosR$ 164
- Yuri Bastos Jorge DEMR$ 1,2 milhão · 8.130 votosR$ 150
- Joaquim Curvo CIDADANIAR$ 523 mil · 4.136 votosR$ 126
- Dilceu Dal Bosco PSDBR$ 1,8 milhão · 21.490 votosR$ 85,8
- Carlão PSDBR$ 1,6 milhão · 18.321 votosR$ 84,6
- Dentinho PSBR$ 931 mil · 11.173 votosR$ 83,4
- Mauro Savi PSBR$ 1,1 milhão · 17.942 votosR$ 60,6
- Renê Barbour PSDBR$ 1 milhão · 17.186 votosR$ 58,2
- Moisés Sachetti DCR$ 614 mil · 10.664 votosR$ 57,6
- João Vieira PTBR$ 607 mil · 11.036 votosR$ 55
- Jose Carlos Freitas PPR$ 713 mil · 13.458 votosR$ 53
- Gilmar Fabris DEMR$ 675 mil · 14.703 votosR$ 45,9
- Jair Mariano CIDADANIAR$ 484 mil · 10.871 votosR$ 44,5
- Joao Malheiros CIDADANIAR$ 880 mil · 19.987 votosR$ 44
- Totó Parente MDBR$ 475 mil · 11.039 votosR$ 43
- Aparecido Alves PSDBR$ 553 mil · 13.033 votosR$ 42,4
- Alencar Soares PSDBR$ 596 mil · 15.401 votosR$ 38,7
- Carlos Brito CIDADANIAR$ 738 mil · 21.379 votosR$ 34,5
- J Barreto PLR$ 688 mil · 20.344 votosR$ 33,8
- Yenes CIDADANIAR$ 469 mil · 14.530 votosR$ 32,3
- Zéca D´Ávila DEMR$ 727 mil · 23.537 votosR$ 30,9
- Nico Baracat PSBR$ 516 mil · 17.774 votosR$ 29
- Riva PSDBR$ 1,8 milhão · 65.389 votosR$ 27,9
- Chico Daltro PSDBR$ 737 mil · 26.640 votosR$ 27,7
- Campos Neto DEMR$ 576 mil · 24.258 votosR$ 23,8
- Joaquim Sucena DEMR$ 514 mil · 23.318 votosR$ 22
- Eliene (Ln) PSBR$ 526 mil · 24.521 votosR$ 21,4
- Silval Barbosa MDBR$ 515 mil · 24.642 votosR$ 20,9
- Dr. Ságuas PTR$ 437 mil · 21.432 votosR$ 20,4
- Humberto Bosaipo PLR$ 852 mil · 52.319 votosR$ 16,3
Votos por real
- 2002, deputada estadual: 6,1 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.