Carlos Brito
Carlos Brito de Lima · nasceu em 1963
Carlos Brito se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2002), PDT (2006), PSD (2012), PSB (2014–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 55 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · Mato GrossoPSB 40123· centro-esquerdasuplente5.464 votos; 78º mais votado de 329 no estado
- 2014Deputado estadual · Mato GrossoPSB 40123· centro-esquerdasuplente9.178 votos; 53º mais votado de 292 no estado
- 2012
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPDT 12345· centro-esquerdasuplente30.899 votos; 9º mais votado de 171 no estado
- 2002Deputado estadual · Mato GrossoCIDADANIA 23456· centroeleito21.379 votos; 12º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Carlos Brito teve 5.464 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 78º lugar entre 329 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. Cuiabá deu 63,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Carlos Brito declarou R$ 309,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 1,5 mi, já descontada a inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2018.
- Carlos BritoR$ 309,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 188,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,8 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Direitos imovel rural com 8R$ 104,2 milTerreno rural
- Imovel residencial Rua S1R$ 63,1 milCasa
- Direitos sobre uma area com 28 hectaresR$ 59,2 milTerreno rural
- Hyunday HB20 SedanR$ 55,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 3 lotes localizados no Loteamento Real Parque em Cuiaba MTR$ 18,3 milTerreno
- vinculada ao Banco do Brasil agencia 4696-5 conta corrente…R$ 9.144Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlos Brito declarou ao TSE R$ 4,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 1,6 milhão.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Mato Grosso · PSB · suplente
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 97,8 mil53%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Marco Aurelio Marrafon Deputado FederalR$ 52,8 mil28,6%
- Próprio bolsoR$ 26,5 mil14,4%
- Fundo partidárioR$ 3.5221,9%
- PartidoR$ 3.1911,7%
- VaquinhaR$ 6330,3%
Para onde foi
- Pessoal110 pessoas, não nomeadasR$ 100,8 mil55,6%
- InternetR$ 6.7843,7%
- EscritórioR$ 2.9421,6%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2018
Mediana da disputa: R$ 45,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Maluf, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luciano Vacari CIDADANIAR$ 837 mil · 6.394 votosR$ 131
- Cláudio Henrique PSDBR$ 798 mil · 6.323 votosR$ 126
- Dr. Edvaldo PC do BR$ 635 mil · 5.316 votosR$ 119
- Carlos Avalone PSDBR$ 1,5 milhão · 14.263 votosR$ 105
- Tulio Fontes PVR$ 969 mil · 9.484 votosR$ 102
- Tampinha Jose Augusto Curvo PVR$ 563 mil · 7.583 votosR$ 74,3
- Daltinho PATRIOTAR$ 532 mil · 7.528 votosR$ 70,7
- Wener Santos PPR$ 559 mil · 8.499 votosR$ 65,8
- Valmir Moretto REPUBLICANOSR$ 1,4 milhão · 21.261 votosR$ 65,1
- Alan Zanatta PTBR$ 593 mil · 9.154 votosR$ 64,8
- Leonardo De Oliveira CIDADANIAR$ 643 mil · 9.983 votosR$ 64,4
- Wilson Santos PSDBR$ 788 mil · 14.855 votosR$ 53
- Romoaldo Junior MDBR$ 939 mil · 18.467 votosR$ 50,9
- Paulo Araujo PPR$ 560 mil · 11.645 votosR$ 48,1
- Pedro Satelite PSDR$ 636 mil · 13.860 votosR$ 45,9
- Zeca Viana PDTR$ 538 mil · 12.603 votosR$ 42,7
- Max Russi PSBR$ 1,3 milhão · 35.042 votosR$ 35,8
- Xuxu Dal Molin PSCR$ 848 mil · 23.764 votosR$ 35,7
- Silvano Amaral MDBR$ 643 mil · 18.068 votosR$ 35,6
- Valdir Barranco PTR$ 718 mil · 21.970 votosR$ 32,7
- Toninho De Souza PSDR$ 533 mil · 17.133 votosR$ 31,1
- Nininho PSDR$ 1,2 milhão · 37.501 votosR$ 30,7
- Faissal PVR$ 582 mil · 20.509 votosR$ 28,4
- Janaina Riva MDBR$ 1,4 milhão · 51.546 votosR$ 27,8
- Eduardo Botelho DEMR$ 939 mil · 33.788 votosR$ 27,8
- Thiago Silva MDBR$ 515 mil · 19.339 votosR$ 26,6
- Dilmar Dal Bosco DEMR$ 675 mil · 28.827 votosR$ 23,4
- Guilherme Maluf PSDBR$ 569 mil · 29.959 votosR$ 19
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 5,8 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 5,3 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 34 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.