Apuração
Vereador · 2012 · PV

Guilherme

Guilherme Marcio Felizardo · nasceu em 1968

Guilherme se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,13← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2012PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PV.

VereadorPartidoPV200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PV 43123· centro-esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2008
    PV 43190· centro-esquerda· na urna, Guilherme Policia
    eleito562 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Guilherme declarou R$ 61,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 104,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 61,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 28.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • GuilhermeR$ 61,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 61,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Guilherme declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Santa Rosa de Viterbo (SP) · PV · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 6.451
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2,8% identificado como fundo partidário; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.451.
  1. Próprio bolsoR$ 4.86175,4%
  2. PessoasR$ 1.40821,8%
  3. Fundo partidárioR$ 1822,8%

Para onde foi

R$ 6.451
O maior gasto foi com material impresso: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.451.
  1. Material impressoR$ 5.69388,2%
  2. PessoalR$ 75811,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 47,9 por voto. Quem venceu, Carlos Messias, gastou R$ 19,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 19,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.