Gisa Badan
Gisleine Aparecida Badan Eleuterio · nasceu em 1955
Gisa Badan se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, superior completo, arquiteto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gisa Badan declarou R$ 519,2 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 346,5 mil acima da inflação.
Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Gisa BadanR$ 519,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial em sta. rosa de viterboR$ 162,5 milCasa
- Casa residencial em sta. rosa de viterboR$ 121,9 milCasa
- Terreno em sta. rosa de viterboR$ 105,6 milTerreno
- Camioneta hyndai tucson 2007/2008R$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno, em esp. sto. pinhalR$ 32,5 milTerreno
- 1/3 Parte ideal de imovel ruralR$ 31,8 milTerra nua
- Dinheiro em espécie ao portadorR$ 8.123Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gisa Badan declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Santa Rosa de Viterbo (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 4.17933,1%
- Material impressoR$ 4.16133%
- TransporteR$ 3.23825,7%
- ServiçosR$ 1.0368,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Santa Rosa de Viterbo (SP), 2016
Gisa Badan: R$ 76,9 por voto (mediana da disputa, R$ 37,5). Quem venceu, Dr Gonini, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 110; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gisa Badan. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Maju Da Quitanda CIDADANIAR$ 6,5 mil · 59 votosR$ 110
- Gisa Badan PSDBR$ 13 mil · 164 votosR$ 76,9
- Pofi PSDBR$ 6,1 mil · 85 votosR$ 71,5
- Chicão Do Depósito CIDADANIAR$ 18 mil · 337 votosR$ 54,9
- Sérgio Do Escritório CIDADANIAR$ 6,2 mil · 150 votosR$ 41,6
- Le Da Farmácia PSDBR$ 7,8 mil · 207 votosR$ 37,5
- Roseli Da Assistência Social PTBR$ 6,5 mil · 217 votosR$ 30,1
- Paulo Investigador PTBR$ 4,8 mil · 192 votosR$ 25,2
- Marinho Titarelli PVR$ 4,8 mil · 415 votosR$ 11,7
- Dr Gonini MDBR$ 6,7 mil · 601 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2016, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 30 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 63 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.