Apuração
Vereador · 2012 · PT

Carlos Rosa

Carlos Alberto Rosa · nasceu em 1969

Carlos Rosa se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, superior completo, professor e instrutor de formação profissional. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente305 votos
  2. 2008
    PT 15· centro-esquerda
    Na chapa de Dr Gonini
    chapa não eleita4.030 votos da chapa, 28,2%
  3. 2004
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito338 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Rosa declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 35 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Santa Rosa de Viterbo (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 35,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,1 mil.
  1. PessoasR$ 12 mil34,1%
  2. PartidoR$ 10,8 mil30,8%
  3. Próprio bolsoR$ 10,8 mil30,8%
  4. EmpresasR$ 1.3863,9%
  5. Outros candidatosR$ 1000,3%

Para onde foi

R$ 35,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,1 mil.
  1. PessoalR$ 15 mil42,8%
  2. Material impressoR$ 8.55824,4%
  3. EscritórioR$ 7.23320,6%
  4. TransporteR$ 3.67810,5%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 6501,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP), 2012

Carlos Rosa: R$ 115 por voto (mediana da disputa, R$ 47,9). Quem venceu, Carlos Messias, gastou R$ 19,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 19,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Rosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 8,7 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.