Glorinha
Maria da Gloria de Castro Costa Araujo · nasceu em 1971
Glorinha disputou uma eleição, em 2004, para prefeita (Miguel Alves (PI)), pelo PSDB: não eleita.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2004, não eleita.
Declarou ao TSE em 2004: 32 anos, ensino médio, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Glorinha declarou ao TSE R$ 105 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeita · Miguel Alves (PI) · PSDB · não eleita
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 67,8 mil64,8%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 36,8 mil35,2%
Para onde foi
- Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 84,1 mil80,4%
- Material impressoR$ 4.5324,3%
- EscritórioR$ 3.5153,4%
Quanto custou cada voto: prefeita, Miguel Alves (PI), 2004
Glorinha: R$ 73,8 por voto (mediana da disputa, R$ 20,1). Quem venceu, Dr. Valter, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,8; o mais barato, R$ 7,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Glorinha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Glorinha PSDBR$ 105 mil · 1.418 votosR$ 73,8
- Dr. Valter DEMR$ 133 mil · 6.601 votosR$ 20,1
- Oliveira Junior PTBR$ 44 mil · 6.108 votosR$ 7,17
Votos por real
- 2004, prefeita: 14 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.