Oliveira Junior
Miguel Borges de Oliveira Junior · nasceu em 1968
Oliveira Junior se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2014), PT (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, ensino médio, pecuarista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Prefeito · Miguel Alves (PI)PT 13· centro-esquerda· na urna, Oliveira Júnioreleito11.333 votos, 64,9%
- 2014Deputado estadual · PiauíPTB 14777· centro-direita· na urna, Oliveira Júniorsuplente8.762 votos; 56º mais votado de 226 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Oliveira Junior teve 8.762 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 56º lugar entre 226 candidatos.
Recebeu votos em 65 cidades. Miguel Alves deu 69,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Oliveira Junior declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 715,7 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2020.
- Oliveira JuniorR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 289,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 344 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Cabeca de gado em 2018. fl can do como sal do em 31…R$ 453,1 milRebanho e animais
- Propriedade rural de 397 hectaresR$ 287,3 milTerra nua
- Casa localizada a rua eutiquio borgesR$ 215,5 milCasa
- Credito refente ao promessa de venda do imóvel…R$ 126,4 milTerreno rural
- Dinheiro em especieR$ 71,8 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Oliveira Junior declarou ao TSE R$ 1,3 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 451 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Miguel Alves (PI) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 106,6 mil71,9%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 25,5 mil17,2%
- Próprio bolsoR$ 16,3 mil11%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Graficon Servicos Graficos LtdaR$ 76,5 mil58,1%
- EventosR$ 3.5382,7%
- PessoalR$ 2.5161,9%
- EscritórioR$ 1850,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Miguel Alves (PI), 2020
Oliveira Junior: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 18,5). Quem venceu, Veim Da Fetraf, gastou R$ 18,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,7; o mais barato, R$ 15,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Oliveira Junior. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Antonio Mattos DEMOCRATAR$ 1,9 mil · 65 votosR$ 29,7
- Veim Da Fetraf PLR$ 170 mil · 9.213 votosR$ 18,5
- Oliveira Junior PTR$ 132 mil · 8.737 votosR$ 15,1
Votos por real
- 2020, prefeito: 66 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 69 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.