Apuração
Vereador · 2020 · DEM

Fernando Comilão

Jose da Silva Fernandes Filho · nasceu em 1952

Fernando Comilão se candidatou em 10 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2006PTB2008PSDB2010PSDB2012PSDB2014PSDB2016MDB2018MOBILIZA2020DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 6 partidos: PGT (2002), PTB (2004–2006), PSDB (2008–2014), MDB (2016), MOBILIZA (2018), DEM (2020).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPGTPTBPSDBMDBMOBILIZADEM’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    DEM 25651· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    MOBILIZA 33651· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    não eleito2.831 votos; 409º mais votado de 2.242 no estado
  3. 2016
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    MDB 15651· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    suplente
  4. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSDB 45651· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    suplente4.956 votos; 239º mais votado de 1.846 no estado
  5. 2012
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    PSDB 45651· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    suplente1.448 votos
  6. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSDB 45651· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    suplente7.885 votos; 183º mais votado de 1.514 no estado
  7. 2008
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    PSDB 45651· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    eleito2.531 votos
  8. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PTB 14051· centro-direita· na urna, Fernando do Comilao
    suplente4.342 votos; 270º mais votado de 1.377 no estado
  9. 2004
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    PTB 14051· centro-direita· na urna, Fernando do Comilão
    suplente1.334 votos
  10. 2002
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PGT 3051· sem classificação· na urna, Fernando do Comilao
    suplente5.552 votos; 179º mais votado de 560 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Fernando Comilão teve 2.831 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 409º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 53 cidades. Cabo Frio deu 52,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,5%.

2.831 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.831 votos.
  1. Cabo Frio (RJ)1.476 votos52,1%
  2. Campos dos Goytacazes (RJ)258 votos9,1%
  3. São Pedro da Aldeia (RJ)144 votos5,1%
  4. Três Rios (RJ)127 votos4,5%
  5. Rio de Janeiro (RJ)101 votos3,6%
  6. Outras 38 cidades325 votos11,5%
As outras 4 eleições para deputado
4.956 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 4.956 votos.
  1. Cabo Frio (RJ)3.069 votos61,9%
  2. Três Rios (RJ)533 votos10,8%
  3. São Pedro da Aldeia (RJ)260 votos5,2%
  4. Rio de Janeiro (RJ)204 votos4,1%
  5. Campos dos Goytacazes (RJ)147 votos3%
  6. Outras 40 cidades232 votos4,7%
7.885 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 7.885 votos.
  1. Cabo Frio (RJ)5.704 votos72,3%
  2. São Pedro da Aldeia (RJ)272 votos3,4%
  3. Três Rios (RJ)251 votos3,2%
  4. Rio de Janeiro (RJ)201 votos2,5%
  5. Armação dos Búzios (RJ)130 votos1,6%
  6. Outras 44 cidades439 votos5,6%
4.342 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.342 votos.
  1. Cabo Frio (RJ)2.198 votos50,6%
  2. São Gonçalo (RJ)301 votos6,9%
  3. Rio de Janeiro (RJ)266 votos6,1%
  4. Três Rios (RJ)251 votos5,8%
  5. São Pedro da Aldeia (RJ)242 votos5,6%
  6. Outras 42 cidades389 votos9%
5.552 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.552 votos.
  1. Cabo Frio (RJ)3.534 votos63,7%
  2. Rio de Janeiro (RJ)479 votos8,6%
  3. Três Rios (RJ)367 votos6,6%
  4. São Pedro da Aldeia (RJ)274 votos4,9%
  5. Arraial do Cabo (RJ)102 votos1,8%
  6. Outras 41 cidades303 votos5,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Fernando Comilão declarou R$ 925,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 864 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 925,3 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 608.000 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 925,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 8 campanhas com contas prestadas, Fernando Comilão declarou ao TSE R$ 795 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 442 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · MOBILIZA · não eleito

De onde veio

R$ 22,3 mil
21% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 15,4 mil69,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.3726,2%

Para onde foi

R$ 7.794
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.794. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2.26229%
  2. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 4525,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 363 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 402 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 8,4 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.