Escritor Carlos de Andrade
Carlos Pereira de Andrade · nasceu em 1968
Escritor Carlos de Andrade se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, ensino médio, escritor e crítico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPT 13413· centro-esquerdasuplente6.003 votos; 459º mais votado de 1.520 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Escritor Carlos de Andrade teve 6.003 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 459º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 113 cidades. Poá deu 66,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Escritor Carlos de Andrade declarou R$ 191,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Escritor Carlos de AndradeR$ 191,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Escritor Carlos de Andrade declarou ao TSE R$ 104 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 56 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Poá (SP) · PT · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 48,4 mil86,1%
- PessoasR$ 5.5699,9%
- EmpresasR$ 2.1423,8%
- Próprio bolsoR$ 1290,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 36,2 mil64,4%
- OutrosR$ 10,8 mil19,2%
- TransporteR$ 5.75610,2%
- Material impressoR$ 2.1983,9%
- EventosR$ 8491,5%
- EscritórioR$ 4340,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Poá (SP), 2008
Escritor Carlos De Andrade: R$ 164 por voto (mediana da disputa, R$ 57,2). Quem venceu, Edison Rodrigues, gastou R$ 45,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Escritor Carlos De Andrade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Escritor Carlos De Andrade PTR$ 56 mil · 343 votosR$ 164
- Nairton De Castro MDBR$ 37 mil · 234 votosR$ 159
- Moyses Ludovico PTBR$ 33 mil · 311 votosR$ 107
- Deri PVR$ 34 mil · 412 votosR$ 83,1
- Ricardo Massa PPR$ 101 mil · 1.481 votosR$ 68,5
- Junior Da Locadora PVR$ 119 mil · 2.060 votosR$ 57,9
- Lauriston PVR$ 81 mil · 1.412 votosR$ 57,2
- Dra. Jeruza PTBR$ 59 mil · 1.035 votosR$ 56,8
- Mario Sumirê DEMR$ 66 mil · 1.182 votosR$ 55,6
- Azuir PTBR$ 84 mil · 1.818 votosR$ 46,1
- Edison Rodrigues DEMR$ 42 mil · 914 votosR$ 45,5
- Harati PSCR$ 34 mil · 1.212 votosR$ 28
Votos por real
- 2008, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 125 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.