Azuir
Azuir Marcolino Cavalcante · nasceu em 1961
Azuir se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: PRP (2002–2004), PTB (2008–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPRP 44196· direitasuplente5.348 votos; 495º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Azuir teve 5.348 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 495º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 61 cidades. Poá deu 44,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Azuir declarou R$ 453,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 211,2 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- AzuirR$ 453,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Azuir declarou ao TSE R$ 388 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 175 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Poá (SP) · PTB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17 mil37,5%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 14,2 mil31,3%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista BrasileiroR$ 14,2 mil31,2%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 8.61719%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 4.2469,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Poá (SP), 2020
Azuir: R$ 6,49 por voto (mediana da disputa, R$ 12,9). Quem venceu, Marcia Bin Esposa Do Testinha, gastou R$ 2,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,5; o mais barato, R$ 2,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Azuir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pedro Viviani MOBILIZAR$ 9,9 mil · 287 votosR$ 34,5
- Naco CIDADANIAR$ 10 mil · 376 votosR$ 27,9
- Mario Sumirê PSDR$ 49 mil · 1.927 votosR$ 25,6
- Gian Lopes PLR$ 139 mil · 9.516 votosR$ 14,7
- Nelson Bueno PSOLR$ 21 mil · 1.596 votosR$ 12,9
- Ronaldo Florido PATRIOTAR$ 11 mil · 924 votosR$ 11,7
- Azuir PTBR$ 45 mil · 6.983 votosR$ 6,49
- Saulo Souza AVANTER$ 51 mil · 13.246 votosR$ 3,87
- Marcia Bin Esposa Do Testinha PSDBR$ 52 mil · 23.446 votosR$ 2,23
Votos por real
- 2020, prefeito: 154 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.