Apuração
Vereador · 2012 · MDB

Eduardo

Evaristo Eduardo da Silva · nasceu em 1961

Eduardo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSC2008MDB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSC (2004), MDB (2008–2012).

VereadorPartidoPSCMDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Rio Bom (PR)
    MDB 15678· centro-direita
    suplente64 votos
  2. 2008
    Vereador · Rio Bom (PR)
    MDB 15690· centro
    suplente57 votos
  3. 2004
    Vereador · Rio Bom (PR)
    PSC 20789· direita
    eleito106 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Eduardo declarou R$ 254,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 254,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 94.500 na declaração)

Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.

  • EduardoR$ 254,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 254,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Rio Bom (PR) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 14,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,8 mil.
  1. PessoasR$ 12,8 mil86,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.1447,7%
  3. Outros candidatosR$ 5613,8%
  4. PartidoR$ 3442,3%

Para onde foi

R$ 14,8 mil
O maior gasto foi com transporte: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,8 mil.
  1. TransporteR$ 13,8 mil93,4%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 6504,4%
  3. Material impressoR$ 3252,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Bom (PR), 2012

Eduardo: R$ 232 por voto (mediana da disputa, R$ 232). Quem venceu, Nego, gastou R$ 95,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.360; o mais barato, R$ 95,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rosa DEMR$ 14 mil · 6 votosR$ 2.360
  • Claudio MDBR$ 16 mil · 7 votosR$ 2.344
  • Toninho Bueno PTR$ 54 mil · 52 votosR$ 1.029
  • Ricardo PTR$ 60 mil · 141 votosR$ 427
  • Anisio Do Posto MDBR$ 21 mil · 55 votosR$ 376
  • Ademir Rossi PTR$ 14 mil · 42 votosR$ 337
  • Eduardo MDBR$ 15 mil · 64 votosR$ 232
  • Nivaldo PTR$ 15 mil · 117 votosR$ 127
  • Nene Da Oficina PTR$ 15 mil · 119 votosR$ 125
  • Patricia Deretti PTR$ 16 mil · 134 votosR$ 117
  • João Da Geladeira PTR$ 10 mil · 91 votosR$ 110
  • Nego MDBR$ 9,1 mil · 96 votosR$ 95,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 4,3 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.