Apuração
Vice-prefeito · 2020 · MDB

Nene da Oficina

Gieverson José Rodrigues · nasceu em 1987

Nene da Oficina se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2016PROS2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PT (2008–2012), PROS (2016), MDB (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTPROSMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Rio Bom (PR)
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Frazinho
    chapa não eleita249 votos da chapa, 10,3%
  2. 2016
    Vereador · Rio Bom (PR)
    PROS 90123· direita
    eleito195 votos
  3. 2012
    Vereador · Rio Bom (PR)
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito119 votos
  4. 2008
    Vereador · Rio Bom (PR)
    PT 13013· centro-esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nene da Oficina declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Rio Bom (PR) · PROS · eleito

De onde veio

R$ 7.688
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.688.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.03678,5%
  2. Próprio bolsoR$ 97812,7%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Ene Benedito Goncalves PrefeitoR$ 6198%
  4. PartidoR$ 550,7%

Para onde foi

R$ 7.688
O maior gasto foi com transporte: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.688. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 710,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Bom (PR), 2016

Nene Da Oficina: R$ 39,4 por voto (mediana da disputa, R$ 88,4). Quem venceu, Genesio Norbiato, gastou R$ 9,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 365; o mais barato, R$ 9,68.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nene Da Oficina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ana Célia MDBR$ 1,8 mil · 5 votosR$ 365
  • Vinicios MDBR$ 4,3 mil · 17 votosR$ 251
  • Heron Amadeu MDBR$ 8,3 mil · 50 votosR$ 165
  • Professora Ilda PDTR$ 5,3 mil · 39 votosR$ 137
  • Eva Maria MDBR$ 1,5 mil · 11 votosR$ 134
  • Scoob PDTR$ 3,9 mil · 37 votosR$ 107
  • Diego PDTR$ 1,9 mil · 22 votosR$ 88,4
  • Fia DEMR$ 1,7 mil · 31 votosR$ 54,6
  • Nene Da Oficina PROSR$ 7,7 mil · 195 votosR$ 39,4
  • Denis Da Silva PDTR$ 1,9 mil · 57 votosR$ 32,7
  • Professora Patricia PTR$ 2,2 mil · 73 votosR$ 29,6
  • Genesio Norbiato PSDR$ 1,4 mil · 146 votosR$ 9,68

Votos por real

  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 8 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.