Apuração
Deputado federal · 2014 · PSOL

Dr. Rogério

Rogério Carvalho · nasceu em 1967

Dr. Rogério se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DC2008REPUBLICANOS2012PSOL2014PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: DC (2004), REPUBLICANOS (2008), PSOL (2012–2014).

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoDCREPUBLICANOSPSOL200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 47 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5096· esquerda
    suplente6.556 votos; 276º mais votado de 1.318 no estado
  2. 2012
    Prefeito · Cajamar (SP)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Dr. Rogerio Veterinario
    não eleito5.349 votos, 24,1%
  3. 2008
    Vice-prefeito · Cajamar (SP)
    REPUBLICANOS 12· centro-direita· na urna, Dr Rogerio Veterinario
    vice na chapa
  4. 2004
    Vice-prefeito · Cajamar (SP)
    DC 25· direita· na urna, Dr Rogerio
    Na chapa de Silvinho Peccioli
    chapa não eleita7.478 votos da chapa, 18,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dr. Rogério teve 6.556 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 276º lugar entre 1.318 candidatos.

Recebeu votos em 84 cidades. Cajamar deu 72,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.

6.556 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 6.556 votos.
  1. Cajamar (SP)4.731 votos72,2%
  2. Santana de Parnaíba (SP)644 votos9,8%
  3. São Paulo (SP)545 votos8,3%
  4. Jundiaí (SP)176 votos2,7%
  5. Osasco (SP)78 votos1,2%
  6. Outras 69 cidades200 votos3,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Dr. Rogério declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 1,4 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,2 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.121.000 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2014.

  • Dr. RogérioR$ 2,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 106,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,8 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Prédio comercial situado à av. tenente marquesR$ 1,9 mi
    Prédio comercial
  2. Ford landau, ano 1980, placas bjs 0190R$ 48,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Automóvel toyota corola NOO3R$ 48,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Automóvel mercedes bens 230 sR$ 38,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Automóvel GM C10R$ 38,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Automóvel peugeot presence ano 2004R$ 31 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Automóvel wv buggy leblon ano 1978R$ 29,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Rogério declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 34 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · São Paulo · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 21,4 mil
0% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,4 mil.
  1. Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 11,7 mil54,8%
  2. Próprio bolsoR$ 9.02442,2%
  3. PartidoR$ 6242,9%

Para onde foi

R$ 21,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 1250,6%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2014

Mediana da disputa: R$ 50 por voto. Quem venceu, Rodrigo Garcia, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 120; o mais barato, R$ 16,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 308 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 157 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.