Mário Reali
Mário Wilson Pedreira Reali · nasceu em 1957
Mário Reali se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 57 anos, superior completo, arquiteto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado federal · São PauloPT 1373· centro-esquerdasuplente52.112 votos; 98º mais votado de 1.318 no estado
- 2012Prefeito · Diadema (SP)PT 13· centro-esquerda· na urna, Mario Realinão eleito105.456 votos, 46,8%; 2º turno, 39,6%
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPT 13731· centro-esquerdaeleito98.694 votos; 24º mais votado de 1.520 no estado
- 2002Deputado estadual · São PauloPT 13731· centro-esquerdaeleito75.656 votos; 48º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Mário Reali teve 52.112 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 98º lugar entre 1.318 candidatos.
Recebeu votos em 193 cidades. Diadema deu 46,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Mário Reali declarou R$ 441,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 89,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2014.
- Mário RealiR$ 441,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 106,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,8 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- 50% Apt. 53 em construção no cond. vitta parqueR$ 164,6 milApartamento
- 50% Casa numero 8 rua professor evandro caiafa esquivelR$ 156,4 milCasa
- 50% Na av. rebouças 1278 bloco aR$ 80,7 milApartamento
- Banco do brasilR$ 38,5 milConta corrente no país
- Banco do brasilR$ 1.001Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Mário Reali declarou ao TSE R$ 17,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 6,6 milhões.
Campanha a campanha
2014 · Deputado federal · São Paulo · PT · suplente
De onde veio
- Pessoas70 pessoas, não nomeadasR$ 312,3 mil6,7%
- Outros candidatosR$ 218,6 mil4,7%
Para onde foi
- Pessoal343 pessoas, não nomeadasR$ 1,2 mi26,9%
- TransporteR$ 209,6 mil4,5%
- EscritórioR$ 139,9 mil3%
- InternetR$ 39,7 mil0,9%
Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2014
Mário Reali: R$ 88,5 por voto (mediana da disputa, R$ 50). Quem venceu, Rodrigo Garcia, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 120; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mário Reali. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arlindo Chinaglia PTR$ 16,3 milhões · 135.772 votosR$ 120
- Orlando Silva PC do BR$ 9,3 milhões · 90.641 votosR$ 102
- Vaccarezza PTR$ 5,1 milhões · 50.535 votosR$ 102
- Newton Lima PTR$ 7 milhões · 74.598 votosR$ 94,5
- Guilherme Campos PSDR$ 6,3 milhões · 69.426 votosR$ 91,2
- Adauto Scardoelli PTR$ 5,6 milhões · 62.607 votosR$ 89,1
- Mário Reali PTR$ 4,6 milhões · 52.112 votosR$ 88,5
- Zarattini PTR$ 12 milhões · 138.286 votosR$ 86,7
- Vicente Cândido PTR$ 9,7 milhões · 117.652 votosR$ 82,8
- Paulo Teixeira PTR$ 9 milhões · 111.301 votosR$ 81,1
- Alexandre Leite DEMR$ 8,1 milhões · 109.708 votosR$ 74,3
- Herculano Passos PSDR$ 6,7 milhões · 92.583 votosR$ 72,6
- Luiz Claudio Marcolino PTR$ 4,9 milhões · 78.626 votosR$ 62,2
- Arnaldo Jardim CIDADANIAR$ 9,2 milhões · 155.278 votosR$ 59,4
- Luiz Lauro Filho PSBR$ 5,7 milhões · 105.247 votosR$ 54,5
- Guilherme Mussi PPR$ 7,8 milhões · 156.297 votosR$ 50
- Milton Monti PLR$ 5,7 milhões · 115.942 votosR$ 49,2
- Walter Ihoshi PSDR$ 4,2 milhões · 88.070 votosR$ 48,1
- Nelson Marquezelli PTBR$ 4,9 milhões · 112.711 votosR$ 43,7
- Paulo Freire PLR$ 4,9 milhões · 111.300 votosR$ 43,6
- Floriano Pesaro PSDBR$ 4,9 milhões · 113.949 votosR$ 43,3
- Ricardo Izar PSDR$ 4,2 milhões · 113.547 votosR$ 37,2
- Duarte Nogueira PSDBR$ 8,5 milhões · 254.051 votosR$ 33,5
- Bruna Furlan PSDBR$ 5,2 milhões · 178.606 votosR$ 29,2
- Vanderlei Macris PSDBR$ 4,2 milhões · 148.449 votosR$ 28,2
- Samuel Moreira PSDBR$ 5,4 milhões · 227.210 votosR$ 23,7
- Paulinho Da Força SOLIDARIEDADER$ 5,3 milhões · 227.186 votosR$ 23,3
- Bruno Covas PSDBR$ 6,8 milhões · 352.708 votosR$ 19,2
- Carlos Sampaio PSDBR$ 5,5 milhões · 295.623 votosR$ 18,7
- Rodrigo Garcia DEMR$ 5,4 milhões · 336.151 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2014, deputado federal: 13 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 66 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.