Dr. Geraldo
Gerhard Martens · nasceu em 1942
Dr. Geraldo se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008 e 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulPSDB 45060· centro-direita· na urna, Dr Geraldosuplente10.066 votos; 167º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Dr. Geraldo teve 10.066 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 167º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Bagé deu 55,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr. Geraldo declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 237,7 mil acima da inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- Dr. GeraldoR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 13 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Máquinas e implementos agrícolasR$ 812,3 milOutros bens móveis
- Campo com área de 5R$ 337,9 milTerra nua
- Campo com área de 363R$ 208,6 milTerra nua
- Campo com área de 14R$ 117,8 milTerra nua
- Campo com área de 95R$ 102,6 milTerra nua
- Campo com área de 13R$ 72,8 milTerra nua
- Automóvel VW parati 1.8 ano 2007R$ 60,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel VW gol 1.0 placas ivm 2028R$ 59,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bomba estacionária yamahaR$ 33,8 milOutros bens móveis
- Campo com área de 23R$ 26,2 milTerra nua
- Um prédio com garagemR$ 18 milPrédio residencial
- Campo com área de 1R$ 9.959Terra nua
- Fração de terra com área de 7.631R$ 869Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dr. Geraldo declarou ao TSE R$ 245 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 105 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Aceguá (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 5.98837%
- PesquisasTudo de Christiano Sjostrom Maciel 02233747097R$ 1.61910%
Quanto custou cada voto: prefeito, Aceguá (RS), 2016
Dr. Geraldo: R$ 10,2 por voto (mediana da disputa, R$ 17,8). O voto mais caro custou R$ 22; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Julio Pintos MDBR$ 14 mil · 658 votosR$ 22
- Danilo PPR$ 14 mil · 805 votosR$ 17,8
- Dr. Geraldo PSDBR$ 16 mil · 1.594 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2016, prefeito: 98 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 95 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.