Danilo
Danilo Medina Pereira · nasceu em 1957
Danilo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior incompleto, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Danilo declarou R$ 5,3 mi em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 4,7 mi acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- DaniloR$ 5,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 12 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma fração de campo com área de 175 haR$ 2,8 miTerra nua
- 549 Cabeças de bovinos e equinosR$ 1,2 miBens da atividade autônoma
- Um apartamento situado na rua joão tellesR$ 373,7 milApartamento
- Dois tratores marca mfR$ 227,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma casa sito na colônia novaR$ 162,5 milCasa rural
- Quatro galpõesR$ 162,5 milGalpão rural
- Implementos agrícolas em geralR$ 146,2 milOutros bens móveis
- Um automóvel marca volkswagen modeo spacecrossR$ 99,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas de capital na camal- cooperativa agrícola mista…R$ 56,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Um automóvel fiat modelo stradaR$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Depósito no banco sicrediR$ 38,5 milConta corrente no país
- Saldo na caderneta de poupançaR$ 28,1 milCaderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Danilo declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Aceguá (RS) · PP · não eleito
De onde veio
- Pessoas67 pessoas, não nomeadasR$ 12,6 mil87,8%
- Próprio bolsoR$ 1.73912,2%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 2.59118,1%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 7745,4%
- TransporteR$ 810,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Aceguá (RS), 2016
Danilo: R$ 17,8 por voto (mediana da disputa, R$ 17,8). Quem venceu, Dr. Geraldo, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 22; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Danilo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Julio Pintos MDBR$ 14 mil · 658 votosR$ 22
- Danilo PPR$ 14 mil · 805 votosR$ 17,8
- Dr. Geraldo PSDBR$ 16 mil · 1.594 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2016, prefeito: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.