Dr Fernando
Fernando Poli · nasceu em 1951
Dr Fernando disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Itupeva (SP)), pelo PL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr Fernando declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Itupeva (SP) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.21461,1%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 5.86438,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 5.86438,9%
- Material impressoR$ 4.96833%
- TransporteR$ 2.29015,2%
- ServiçosR$ 1.95513%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itupeva (SP), 2004
Dr Fernando: R$ 35,7 por voto (mediana da disputa, R$ 35,7). Quem venceu, Ocimar Polli, gastou R$ 43,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,8; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Fernando. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ocimar Polli MDBR$ 355 mil · 8.099 votosR$ 43,8
- Dr Fernando PLR$ 15 mil · 422 votosR$ 35,7
- Prof. Ricardo Bocalon PTR$ 97 mil · 4.120 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2004, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.