Ricardo Bocalon
Ricardo Alexandre de Almeida Bocalon · nasceu em 1972
Ricardo Bocalon se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PSB (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008Prefeito · Itupeva (SP)PT 13· centro-esquerda· na urna, Prof. Ricardo Bocalonnão eleito6.387 votos, 31,5%
- 2004Prefeito · Itupeva (SP)PT 13· centro-esquerda· na urna, Prof. Ricardo Bocalonnão eleito4.120 votos, 24,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ricardo Bocalon declarou R$ 399,5 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2024.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2024.
- Ricardo BocalonR$ 399,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 311,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 401 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Direito de Usufruto de imóvel residencialR$ 386,6 milCasa
- Empresa de ConsultoriaR$ 11 milOutros bens e direitos
- Renda FixaR$ 1.233Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Titulo de CapitalizaçãoR$ 530Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ricardo Bocalon declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,1 milhão.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Jundiaí (SP) · PSB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Brasileiro - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 218,7 mil97,3%
- PessoasR$ 3.2811,5%
- Próprio bolsoR$ 2.7341,2%
Para onde foi
- Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 32,8 mil8,3%
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 29,2 mil7,4%
- EscritórioR$ 26< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Jundiaí (SP), 2024
Ricardo Bocalon: R$ 73,3 por voto (mediana da disputa, R$ 33,7). Quem venceu, Gustavo Martinelli, gastou R$ 33,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,3; o mais barato, R$ 3,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Bocalon. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Bocalon PSBR$ 396 mil · 5.399 votosR$ 73,3
- Parimoschi PLR$ 4,8 milhões · 104.180 votosR$ 46,2
- Gustavo Martinelli UNIÃOR$ 3,2 milhões · 93.921 votosR$ 33,7
- Silas Feitosa PRTBR$ 32 mil · 2.545 votosR$ 12,5
- Professor Higor Codarin PSOLR$ 36 mil · 10.677 votosR$ 3,38
Votos por real
- 2024, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 42 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.