Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Dr Cyrinho

Cyro Baptista Scarpa Filho · nasceu em 1957

Dr Cyrinho disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Itanhandu (MG)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Itanhandu (MG)
    MDB 15· centro
    não eleito3.057 votos, 33,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr Cyrinho declarou R$ 965 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 965 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 357.900 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Dr CyrinhoR$ 965 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 965 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Predio residencia com terreno de 850 M2 na rua joao…R$ 381,7 mil
    Imóveis
  2. Apartamento N.202R$ 192,2 mil
    Imóveis
  3. Dinheiro em especieR$ 134,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Apartamento n. 110 bloco a no condominio riveira de ubatubaR$ 121,3 mil
    Imóveis
  5. Automovel audio A3 ano 2001R$ 104 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Capital registrado na unimed de sao lourençoR$ 16,9 mil
    Outros
  7. BrasilprevR$ 6.226
    Dinheiro e aplicações
  8. 1/6 De 127 cotas de socia proprietaria do camping hotel de…R$ 3.961
    Empresas e participações
  9. Conta capital cooperativa de economia de creido mutuo dos…R$ 3.921
    Créditos e direitos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr Cyrinho declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Itanhandu (MG) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 26,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 26,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,8 mil.
  1. Material impressoTudo de Etilage Do BrasilR$ 25,1 mil93,6%
  2. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.6336,1%
  3. EscritórioR$ 800,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Itanhandu (MG), 2008

Dr Cyrinho: R$ 8,76 por voto (mediana da disputa, R$ 8,76). Quem venceu, Evaldo Barros, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 11,5; o mais barato, R$ 8,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Cyrinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 114 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.