Apuração
Prefeito · 2016 · PTB

Evaldo Barros

Evaldo Ribeiro de Barros · nasceu em 1952

Evaldo Barros se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2012PTB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008 e 2016.

Sempre pelo PTB.

PrefeitoPartidoPTB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Itanhandu (MG)
    PTB 14· centro-direita
    eleito4.898 votos, 51,0%
  2. 2012
    Prefeito · Itanhandu (MG)
    PTB 14· centro-direita
    não eleito3.988 votos, 42,0%
  3. 2008
    Prefeito · Itanhandu (MG)
    PTB 14· centro-direita
    eleito4.325 votos, 47,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Evaldo Barros declarou R$ 161,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 94,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 161,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 99.634 na declaração)

Declarou 35% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.

  • Evaldo BarrosR$ 161,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 161,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Evaldo Barros declarou ao TSE R$ 220 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 131 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Itanhandu (MG) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 39,2 mil
21% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,2 mil.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 16,3 mil41,5%
  2. Próprio bolsoR$ 14,8 mil37,8%
  3. Fundo partidárioTudo de Partido Da Republica - PrR$ 8.09620,7%

Para onde foi

R$ 39,2 mil
O maior gasto foi com outros: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 4.27510,9%
  2. Internet1 pessoas, não nomeadasR$ 3.2388,3%
  3. EscritórioR$ 2770,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Itanhandu (MG), 2016

Evaldo Barros: R$ 8,00 por voto (mediana da disputa, R$ 15,8). O voto mais caro custou R$ 31,5; o mais barato, R$ 8,00.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 125 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 87 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.