Apuração
Deputado federal · 2006 · PSC

Dito

Benedito Carlos Alduino · nasceu em 1964

Dito disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (São Paulo), pelo PSC: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSC2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 42 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PSC 2014· direita
    suplente1.748 votos; 522º mais votado de 952 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Dito teve 1.748 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 522º lugar entre 952 candidatos.

Recebeu votos em 118 cidades. Serrana deu 58,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.

1.748 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.748 votos.
  1. Serrana (SP)1.024 votos58,6%
  2. Guarulhos (SP)153 votos8,8%
  3. Ribeirão Preto (SP)86 votos4,9%
  4. São Paulo (SP)55 votos3,1%
  5. Fernandópolis (SP)47 votos2,7%
  6. Outras 103 cidades198 votos11,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Dito declarou R$ 1.748 em bens, em reais de hoje.

R$ 1.748
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 586 na declaração)

Declarou 1% da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2006.

  • DitoR$ 1.748
  • Mediana dos candidatosR$ 313,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1.748. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Dito declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · São Paulo · PSC · suplente

De onde veio

R$ 4.580
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.580.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.96664,8%
  2. Próprio bolsoR$ 1.61435,2%

Para onde foi

R$ 4.580
O maior gasto foi com outros: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.580.
  1. OutrosR$ 2.96664,8%
  2. Material impressoTudo de Serrana Editora - Tipografia Off-Set Ltda. Me.R$ 89019,4%
  3. TransporteTudo de Antonio Carlos Urenha Ltda.R$ 58412,8%
  4. EscritórioR$ 1393%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2006

Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Arnaldo Jardim, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 15,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 382 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.