Apuração
Vereadora · 2016 · PSDB

Delegada Elisabete

Maria Elisabete Bassi · nasceu em 1956

Delegada Elisabete se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

VereadoraPartidoPSDB2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSDB 45677· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    PSDB 45677· centro-direita
    suplente969 votos
  3. 2008
    PSDB 45677· centro-direita· na urna, Dra. Elisabete Delegada
    suplente
  4. 2004
    PSDB 45677· centro-direita· na urna, Dra Elisabete
    suplente1.105 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Delegada Elisabete declarou R$ 97,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 97,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 36.221 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Delegada ElisabeteR$ 97,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 97,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Delegada Elisabete declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Pindamonhangaba (SP) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 4.367
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.367.
  1. Próprio bolsoR$ 1.61937,1%
  2. Outros candidatosR$ 1.61437%
  3. PessoasR$ 1.13326%

Para onde foi

R$ 4.367
O maior gasto foi com transporte: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.367.
  1. TransporteR$ 1.89143,3%
  2. Material impressoR$ 1.50434,4%
  3. ServiçosR$ 97222,2%

Quanto custou cada voto: vereadora, Pindamonhangaba (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 26,5 por voto. Quem venceu, Professor Osvaldo, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 14,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 93 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 152 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 48 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 102 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.