Delegada Elisabete
Maria Elisabete Bassi · nasceu em 1956
Delegada Elisabete se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vereadora · Pindamonhangaba (SP)PSDB 45677· centro-direita· na urna, Dra. Elisabete Delegadasuplente
- 2004Vereadora · Pindamonhangaba (SP)PSDB 45677· centro-direita· na urna, Dra Elisabetesuplente1.105 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Delegada Elisabete declarou R$ 97,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Delegada ElisabeteR$ 97,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Delegada Elisabete declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Pindamonhangaba (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.61937,1%
- Outros candidatosR$ 1.61437%
- PessoasR$ 1.13326%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.89143,3%
- Material impressoR$ 1.50434,4%
- ServiçosR$ 97222,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pindamonhangaba (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,5 por voto. Quem venceu, Professor Osvaldo, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademar Santos CIDADANIAR$ 56 mil · 329 votosR$ 169
- Teresa Do Anizio CIDADANIAR$ 19 mil · 216 votosR$ 87,2
- Felipe Cesar Ou Fc PVR$ 97 mil · 1.543 votosR$ 62,8
- Janio Lerario PSDBR$ 60 mil · 1.523 votosR$ 39,4
- Gislene Cardoso (Gi) DEMR$ 33 mil · 1.009 votosR$ 32,9
- Cal PTBR$ 41 mil · 1.493 votosR$ 27,4
- Rafael Goffi PSDBR$ 83 mil · 3.152 votosR$ 26,5
- Casé PVR$ 24 mil · 907 votosR$ 26,4
- Roderley Miotto PSDBR$ 43 mil · 1.863 votosR$ 23,1
- Professor Everton PLR$ 29 mil · 1.345 votosR$ 21,6
- Magrão PLR$ 49 mil · 2.852 votosR$ 17,1
- Professor Osvaldo PLR$ 39 mil · 2.744 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereadora: 93 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 152 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 48 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 102 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.