Cosme Salles
Cosme Jose Salles · nasceu em 1956
Cosme Salles se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016, 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 4 partidos: PT (2004), MDB (2010), PDT (2016), SOLIDARIEDADE (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2018: 61 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroSOLIDARIEDADE 77133· centro-direitavotos anulados pela Justiça Eleitoral
- 2016
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15234· centrosuplente21.665 votos; 96º mais votado de 1.514 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Cosme Salles teve 21.665 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 96º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 79 cidades. Itaboraí deu 49,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Cosme Salles declarou R$ 773,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total caiu R$ 2,7 mi, já descontada a inflação.
Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.
Os 31 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 274 milTerreno
- #Nulo#R$ 91,3 milApartamento
- #Nulo#R$ 91,3 milApartamento
- #Nulo#R$ 78,6 milApartamento
- #Nulo#R$ 60,1 milOutros bens e direitos
- #Nulo#R$ 45,7 milOutros bens imóveis
- #Nulo#R$ 40,1 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 39,1 milApartamento
- #Nulo#R$ 14,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 12,1 milTerreno
- #Nulo#R$ 12 milOutras participações societárias
- #Nulo#R$ 5.389Previdência VGBL
- #Nulo#R$ 2.703Outros bens e direitos
- #Nulo#R$ 2.441Terreno
- #Nulo#R$ 2.333Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 1.997Linha telefônica
- #Nulo#R$ 126Outros bens e direitos
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
- #Nulo#R$ 2Ações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cosme Salles declarou ao TSE R$ 1,8 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 707 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · SOLIDARIEDADE · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Solidariedade-Rio De Janeiro-Rj-EstadualR$ 150,8 mil78,9%
- PessoasR$ 6.0323,2%
- Próprio bolsoR$ 3.0161,6%
Para onde foi
- Pessoal132 pessoas, não nomeadasR$ 115,1 mil72%
- Transporte2 pessoas, não nomeadasR$ 12,1 mil7,5%
- ServiçosR$ 3.0161,9%
- InternetR$ 2.7141,7%
- EscritórioR$ 2040,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018
Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nea Mariozz PPR$ 1,3 milhão · 6.311 votosR$ 212
- Nestor Vidal PDTR$ 677 mil · 5.729 votosR$ 118
- Rafael Do Gordo DCR$ 1,1 milhão · 11.106 votosR$ 96,5
- Marcelo Matos PSDR$ 779 mil · 9.283 votosR$ 83,9
- Marcia Jeovani DEMR$ 1,5 milhão · 19.062 votosR$ 77,9
- Paula Tringuelê SOLIDARIEDADER$ 1,4 milhão · 20.569 votosR$ 66,5
- Alzenir PTBR$ 826 mil · 15.320 votosR$ 53,9
- Celia Jordão PRPR$ 1 milhão · 20.302 votosR$ 50,6
- Marcus Vinícius - Neskau PTBR$ 1,4 milhão · 30.454 votosR$ 47
- Anderson Alexandre SOLIDARIEDADER$ 1,1 milhão · 25.384 votosR$ 43,5
- Marcelo Queiroz PPR$ 1,1 milhão · 27.842 votosR$ 39,3
- Chico Machado PSDR$ 1,2 milhão · 30.067 votosR$ 38,4
- Renan Ferreirinha PSBR$ 905 mil · 24.854 votosR$ 36,4
- Capitão Nelson AVANTER$ 881 mil · 24.204 votosR$ 36,4
- Carlo Caiado DEMR$ 1,2 milhão · 32.435 votosR$ 35,7
- Fabio Silva DEMR$ 987 mil · 36.820 votosR$ 26,8
- Pedro Brazao PLR$ 678 mil · 26.846 votosR$ 25,3
- Franciane Motta MDBR$ 1 milhão · 45.123 votosR$ 22,6
- Jorge Felippe Neto PSDR$ 954 mil · 43.099 votosR$ 22,1
- Sergio Fernandes PDTR$ 734 mil · 33.302 votosR$ 22
- Tia Ju REPUBLICANOSR$ 1 milhão · 56.766 votosR$ 17,9
- Gustavo Tutuca MDBR$ 859 mil · 49.952 votosR$ 17,2
- Zeidan PTR$ 832 mil · 48.807 votosR$ 17
- Max MDBR$ 1 milhão · 59.672 votosR$ 17
- Dionisio Lins PPR$ 660 mil · 40.910 votosR$ 16,1
- Thiago Pampolha PDTR$ 733 mil · 46.137 votosR$ 15,9
- André Corrêa DEMR$ 1 milhão · 66.881 votosR$ 15,6
- Lucinha PSDBR$ 1 milhão · 65.735 votosR$ 15,5
- Rosenverg Reis MDBR$ 678 mil · 63.450 votosR$ 10,7
- Samuel Malafaia DEMR$ 738 mil · 83.784 votosR$ 8,81
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 72 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.