Apuração
Deputado estadual · 2006 · PSC

Coronel Rodrigues

Geraldo Luiz Marques Rodrigues · nasceu em 1954

Coronel Rodrigues se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSL2006PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 2 partidos: PSL (2002), PSC (2006).

Dep. estadualPartidoPSLPSC200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 52 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSC 20852· direita
    suplente7.264 votos; 213º mais votado de 1.377 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSL 17852· direita· na urna, Cel. Rodrigues
    eleito24.562 votos; 99º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Coronel Rodrigues teve 7.264 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 213º lugar entre 1.377 candidatos.

Recebeu votos em 55 cidades. Rio de Janeiro deu 71,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,1%.

7.264 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 7.264 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)5.211 votos71,7%
  2. Nova Iguaçu (RJ)333 votos4,6%
  3. Mesquita (RJ)283 votos3,9%
  4. Niterói (RJ)249 votos3,4%
  5. São João de Meriti (RJ)241 votos3,3%
  6. Outras 40 cidades210 votos2,9%
As outras 1 eleições para deputado
24.562 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 24.562 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)15.827 votos64,4%
  2. Nova Iguaçu (RJ)1.117 votos4,5%
  3. Mesquita (RJ)854 votos3,5%
  4. São João de Meriti (RJ)689 votos2,8%
  5. Belford Roxo (RJ)528 votos2,1%
  6. Outras 68 cidades2.251 votos9,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Rodrigues declarou ao TSE R$ 163 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 98 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PSC · suplente

De onde veio

R$ 98,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 98,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 53,7 mil54,7%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pmdb-RjR$ 29,4 mil29,9%

Para onde foi

R$ 98,1 mil
O maior gasto foi com outros: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 98,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 62,8 mil64%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 5.7845,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2006

Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Zito, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,2; o mais barato, R$ 6,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 74 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 381 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.