Apuração
Deputado federal · 2006 · PL

Coronel Alves

Armando Alves Júnior · nasceu em 1959

Coronel Alves se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2006PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Passou por 2 partidos: PSDB (2002), PL (2006).

Dep. federalPartidoPSDBPL200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 47 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Amapá
    PL 2290· direita
    suplente3.859 votos; 24º mais votado de 63 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Amapá
    PSDB 4590· centro-direita
    eleito10.463 votos; 6º mais votado de 62 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Coronel Alves teve 3.859 votos para deputado federal, 1,4% dos votos válidos do estado: 24º lugar entre 63 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 71,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

3.859 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.859 votos.
  1. Macapá (AP)2.740 votos71%
  2. Santana (AP)474 votos12,3%
  3. Vitória do Jari (AP)176 votos4,6%
  4. Itaubal (AP)87 votos2,3%
  5. Laranjal do Jari (AP)80 votos2,1%
  6. Outras 1 cidade4 votos0,1%
As outras 1 eleições para deputado
10.463 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 10.463 votos.
  1. Macapá (AP)7.921 votos75,7%
  2. Santana (AP)1.065 votos10,2%
  3. Laranjal do Jari (AP)295 votos2,8%
  4. Mazagão (AP)237 votos2,3%
  5. Cutias (AP)153 votos1,5%
  6. Outras 1 cidade5 votos< 0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Coronel Alves declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 442.998 na declaração)

Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Amapá em 2006.

  • Coronel AlvesR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 149,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 459,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Toyota hiluxR$ 307,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Saldo de Poupança BBR$ 305,2 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. BB RF LP 150 mil c/c 14912-8R$ 244,3 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Ronda civic - jgo 8444R$ 177,4 mil
    Outros
  5. Saldo c/c 269604-5R$ 144,3 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. BB renda fixa c/c 269604-5R$ 46,4 mil
    Dinheiro e aplicações
  7. BB CDB Pré-B Brasil c/c 14912-8R$ 39,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. Veiculo M. enzR$ 35,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  9. Casa alvenariaR$ 20,9 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Alves declarou ao TSE R$ 250 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 213 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Amapá · PL · suplente

De onde veio

R$ 213 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 213 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 91,2 mil42,8%
  2. EmpresasTudo de Construtora Gautama LtdaR$ 89 mil41,8%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 17,8 mil8,4%
  4. PartidoTudo de Diretório Regional Pl-SpR$ 15 mil7%

Para onde foi

R$ 213 mil
O maior gasto foi com transporte: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 213 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de J. C. A. LositoR$ 59,3 mil27,9%
  2. EscritórioR$ 2.2451,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Amapá, 2006

Coronel Alves: R$ 55,2 por voto (mediana da disputa, R$ 30,2). Quem venceu, Janete 4040, gastou R$ 8,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,8; o mais barato, R$ 5,73.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Coronel Alves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 18 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 282 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.