Eduardo Seabra
Eduardo Seabra da Costa · nasceu em 1951
Eduardo Seabra se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 67 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado federal · AmapáPTB 1414· centro-direitasuplente1.152 votos; 55º mais votado de 97 no estado
- 2014Deputado federal · AmapáPTB 1414· centro-direitasuplente2.127 votos; 37º mais votado de 104 no estado
- 2010Deputado federal · AmapáPTB 1414· centro-direitacandidatura não chegou à urna3.854 votos; 26º mais votado de 74 no estado
- 2010Deputado federal · AmapáPTB 1414· centro-direitasuplente3.854 votos; 26º mais votado de 74 no estado
- 2006Deputado federal · AmapáPTB 1414· centro-direitasuplente1.806 votos; 28º mais votado de 63 no estado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Eduardo Seabra teve 1.152 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 55º lugar entre 97 candidatos.
Recebeu votos em 14 cidades. Macapá deu 77,3% deles.
As outras 5 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Eduardo Seabra declarou R$ 646,8 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 201,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Amapá em 2018.
- Eduardo SeabraR$ 646,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 166,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Eduardo Seabra declarou ao TSE R$ 746 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 247 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Amapá · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- InternetTudo de E. Beirigo SpindolaR$ 45,2 mil28,7%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 24,1 mil15,3%
- EscritórioR$ 24< 0,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Amapá, 2018
Mediana da disputa: R$ 130 por voto. Quem venceu, Leda Sadala, gastou R$ 28 por voto. O voto mais caro custou R$ 5.073; o mais barato, R$ 28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 5 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ricely Borboleta PSDR$ 543 mil · 107 votosR$ 5.073
- Tharcila Castelo MDBR$ 267 mil · 347 votosR$ 768
- Eraldo Trindade PLR$ 757 mil · 2.679 votosR$ 283
- Cabuçu Borges MDBR$ 2,3 milhões · 8.132 votosR$ 281
- Falcão O Cara Do Porto DEMR$ 1,3 milhão · 5.303 votosR$ 254
- Andre Abdon PPR$ 2,5 milhões · 12.856 votosR$ 192
- Aline Gurgel REPUBLICANOSR$ 2,9 milhões · 16.519 votosR$ 178
- Odilson Nunes SOLIDARIEDADER$ 678 mil · 3.987 votosR$ 170
- Eduardo Fleury REDER$ 892 mil · 6.327 votosR$ 141
- Vinícius PLR$ 2,5 milhões · 18.818 votosR$ 132
- Marcos Reategui PSDR$ 491 mil · 3.759 votosR$ 131
- Belair Jr PLR$ 279 mil · 2.137 votosR$ 131
- Professora Chermont PSBR$ 301 mil · 2.321 votosR$ 130
- Mário Brandão PHSR$ 271 mil · 2.317 votosR$ 117
- Jurandil Juarez Ou Jurandil DEMR$ 512 mil · 4.891 votosR$ 105
- Professora Marcivania PC do BR$ 1,3 milhão · 14.196 votosR$ 95
- Luiz Carlos PSDBR$ 1,3 milhão · 14.069 votosR$ 90,9
- Pedro Da Lua PSCR$ 633 mil · 7.606 votosR$ 83,2
- Kassyo Ramos - Cassio DEMR$ 308 mil · 4.008 votosR$ 76,9
- Patricia Ferraz PLR$ 978 mil · 12.950 votosR$ 75,5
- Evandro Milhomen AVANTER$ 452 mil · 6.452 votosR$ 70,1
- Acácio Favacho PROSR$ 911 mil · 19.111 votosR$ 47,7
- Pr Didio PRPR$ 407 mil · 8.933 votosR$ 45,6
- Camilo Capiberibe PSBR$ 753 mil · 24.987 votosR$ 30,2
- Leda Sadala AVANTER$ 317 mil · 11.301 votosR$ 28
Votos por real
- 2018, deputado federal: 7,3 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 8,6 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 18 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.