Apuração
Deputado estadual · 2006 · PSDB

Cezar Colares

Sebastião Cézar Leão Colares · nasceu em 1966

Cezar Colares se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2006PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.

Sempre pelo PSDB.

Dep. estadualPartidoPSDB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 40 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Pará
    PSDB 45150· centro-direita
    eleito51.939 votos; 4º mais votado de 415 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Pará
    PSDB 45150· centro-direita
    eleito30.201 votos; 9º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Cezar Colares teve 51.939 votos para deputado estadual, 1,7% dos votos válidos do estado: 4º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 111 cidades. Benevides deu 11,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,8%.

51.939 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 51.939 votos.
  1. Benevides (PA)6.139 votos11,8%
  2. Belém (PA)6.104 votos11,8%
  3. Breves (PA)5.890 votos11,3%
  4. Portel (PA)3.744 votos7,2%
  5. Igarapé-Miri (PA)3.724 votos7,2%
  6. Outras 96 cidades8.439 votos16,2%
As outras 1 eleições para deputado
30.201 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 30.201 votos.
  1. Portel (PA)4.719 votos15,6%
  2. Breves (PA)4.032 votos13,4%
  3. Benevides (PA)3.833 votos12,7%
  4. Belém (PA)3.730 votos12,4%
  5. Igarapé-Miri (PA)3.578 votos11,8%
  6. Outras 74 cidades2.025 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Cezar Colares declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 389.602 na declaração)

Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2006.

  • Cezar ColaresR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 178,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 732,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Apart. 202 rua dos tamoiosR$ 357,9 mil
    Imóveis
  2. Veículo mitsubishR$ 193,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Casa residencialR$ 133,6 mil
    Imóveis
  4. Imóvel em salinasR$ 119,3 mil
    Imóveis
  5. Dinheiro em espécieR$ 116,3 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Lt urbano res. green ville IIR$ 74,6 mil
    Outros
  7. BB curto prazoR$ 73,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. Terreno benevides/paR$ 44,7 mil
    Imóveis
  9. Terreno santa barbara/paR$ 35,8 mil
    Imóveis
  10. Terreno agrícola 5 hectares na PA-408R$ 11,9 mil
    Bens rurais e animais
  11. Saldo em conta banco do brasilR$ 471
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cezar Colares declarou ao TSE R$ 784 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 536 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Pará · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 536,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 536,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 204,7 mil38,2%
  2. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 35,7 mil6,7%

Para onde foi

R$ 535,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 535,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 35,7 mil6,7%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 3.5590,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2006

Cezar Colares: R$ 10,3 por voto (mediana da disputa, R$ 17,9). Quem venceu, Sefer, gastou R$ 7,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 209; o mais barato, R$ 7,68.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cezar Colares. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 97 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 122 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.