Megale
José Megale Filho · nasceu em 1959
Megale se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002, 2006 e 2010.
Passou por 2 partidos: PL (2002), PSDB (2006–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governador, 2018, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2018: 59 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Vice-governador · ParáPSDB 25· direitaNa chapa de Marcio Mirandachapa não eleita1.156.680 votos da chapa, 30,2%; 2º turno, 44,6%
- 2010Deputado estadual · ParáPSDB 45045· centro-direitaeleito40.090 votos; 14º mais votado de 460 no estado
- 2006Deputado estadual · ParáPSDB 45045· centro-direitaeleito49.265 votos; 6º mais votado de 415 no estado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Megale teve 40.090 votos para deputado estadual, 1,2% dos votos válidos do estado: 14º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 129 cidades. Belém deu 10,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 69,4%.
- Belém (PA)4.198 votos10,5%
- Rurópolis (PA)3.016 votos7,5%
- Alenquer (PA)2.597 votos6,5%
- Uruará (PA)2.399 votos6%
- Placas (PA)2.262 votos5,6%
- Outras 114 cidades12.279 votos30,6%
As outras 2 eleições para deputado
- Rurópolis (PA)4.492 votos9,1%
- Belém (PA)3.682 votos7,5%
- Óbidos (PA)2.668 votos5,4%
- Uruará (PA)2.343 votos4,8%
- Alenquer (PA)2.175 votos4,4%
- Outras 121 cidades17.322 votos35,2%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Megale declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 226,7 mil, já descontada a inflação.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Aplicação financeira VGBL no banco do brasil ag 1882-1 c/c…R$ 1,4 miPrevidência VGBL
- Duas salas adquiridas no condominio rogério fernandez…R$ 328,7 milSala ou conjunto
- Imovel rural com benfeitoria edificada e eletrificação no…R$ 129,4 milOutros bens imóveis rural
- Aplicação e agronegócio do banco do brasil conta 31431-5R$ 89,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Caderneta de poupança ouro cardR$ 59,3 milCaderneta de poupança
- Lote urbano 127 adq em novembro de 2007 sito est da ceasa…R$ 53,3 milTerreno
- Caderneta de poupança banpara ag 026 c/c 607048-5R$ 19,3 milCaderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Megale declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 937 mil.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Pará · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 312,6 mil33,4%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 64,7 mil6,9%
- EmpresasR$ 19,5 mil2,1%
Para onde foi
- Serviços45 pessoas, não nomeadasR$ 211,7 mil22,6%
- Eventos19 pessoas, não nomeadasR$ 118,4 mil12,6%
- RepassesR$ 4.8870,5%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2010
Megale: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 29,3). Quem venceu, Bordalo, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Megale. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Samara Alegria REPUBLICANOSR$ 946 mil · 5.362 votosR$ 176
- Bel Mesquita MDBR$ 1,5 milhão · 15.319 votosR$ 100
- Celso Sabino PLR$ 1,8 milhão · 19.140 votosR$ 92,7
- Alessandro Novelino MOBILIZAR$ 2 milhão · 23.389 votosR$ 84,8
- Valdir Ganzer PTR$ 2,7 milhões · 37.463 votosR$ 71,7
- Valmir Da Integral PDTR$ 653 mil · 13.084 votosR$ 49,9
- Mario Moreira PTBR$ 1,2 milhão · 24.322 votosR$ 49,6
- Milton Zimmer PTR$ 1 milhão · 22.906 votosR$ 44
- Suely PTR$ 811 mil · 20.009 votosR$ 40,5
- João Salame CIDADANIAR$ 856 mil · 22.127 votosR$ 38,7
- Luiz Rebelo PPR$ 1,4 milhão · 36.652 votosR$ 38,1
- Airton Faleiro PTR$ 1,2 milhão · 32.893 votosR$ 37,4
- Regina Barata PTR$ 729 mil · 19.641 votosR$ 37,1
- Luiz Sefer PPR$ 675 mil · 19.823 votosR$ 34,1
- Luzineide PLR$ 984 mil · 32.435 votosR$ 30,3
- Cassio Andrade PSBR$ 743 mil · 25.414 votosR$ 29,3
- Josefina MDBR$ 824 mil · 28.544 votosR$ 28,9
- Raimundo Santos PLR$ 654 mil · 23.250 votosR$ 28,1
- Sidney Rosa PSDBR$ 1,2 milhão · 48.931 votosR$ 23,5
- Megale PSDBR$ 937 mil · 40.090 votosR$ 23,4
- Tião Miranda PTBR$ 913 mil · 41.193 votosR$ 22,2
- Bernadete PTR$ 688 mil · 33.736 votosR$ 20,4
- Martinho Carmona MDBR$ 876 mil · 43.457 votosR$ 20,2
- Eduardo Costa PTBR$ 625 mil · 32.458 votosR$ 19,2
- Júnior Ferrari PTBR$ 829 mil · 43.279 votosR$ 19,2
- Alexandre Von PSDBR$ 772 mil · 44.837 votosR$ 17,2
- Simone Morgado MDBR$ 868 mil · 50.946 votosR$ 17
- Márcio Miranda DEMR$ 995 mil · 67.530 votosR$ 14,7
- Cilene Couto PSDBR$ 625 mil · 43.924 votosR$ 14,2
- Bordalo PTR$ 619 mil · 45.075 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 87 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 176 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.