Cezar Canducho
João Cezar de Castro · nasceu em 1950
Cezar Canducho disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Itanhandu (MG)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Cezar Canducho declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Prefeito · Itanhandu (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 2.67177,9%
- Próprio bolsoR$ 75822,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Itanhandu (MG), 2012
Cezar Canducho: R$ 42,3 por voto (mediana da disputa, R$ 32,8). Quem venceu, Joaquim Do Milho, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,3; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cezar Canducho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cezar Canducho PTR$ 3,4 mil · 81 votosR$ 42,3
- Evaldo Barros PTBR$ 131 mil · 3.988 votosR$ 32,8
- Joaquim Do Milho AVANTER$ 74 mil · 5.415 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2012, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.