Celso Barros
Celso Barros Coelho · nasceu em 1922
Celso Barros disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Piauí), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 84 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Celso Barros teve 14.075 votos para deputado federal, 0,9% dos votos válidos do estado: 22º lugar entre 83 candidatos.
Recebeu votos em 165 cidades. Teresina deu 54,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,7%.
- Teresina (PI)7.605 votos54%
- Campo Maior (PI)809 votos5,7%
- Altos (PI)514 votos3,7%
- Parnaíba (PI)478 votos3,4%
- Uruçuí (PI)351 votos2,5%
- Outras 150 cidades2.429 votos17,3%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2006, Celso Barros declarou ao TSE R$ 159 mil em receitas, em reais de hoje.
2006 · Deputado federal · Piauí · MDB · suplente
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 73 mil45,9%
- EmpresasTudo de Celso Barros Advocacia E ConsultoriaR$ 47,5 mil29,9%
- Próprio bolsoR$ 38,6 mil24,3%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 7.4164,7%
- OutrosR$ 5.5883,5%
- PessoalR$ 5930,4%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Piauí, 2006
Celso Barros: R$ 11,3 por voto (mediana da disputa, R$ 12,4). Quem venceu, Marcelo Castro, gastou R$ 5,19 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,6; o mais barato, R$ 2,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Celso Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tatsuzo MDBR$ 74 mil · 1.311 votosR$ 56,6
- Poncion Ferreira AVANTER$ 45 mil · 1.464 votosR$ 30,6
- Tapety Junior PDTR$ 84 mil · 2.801 votosR$ 30
- Paes Landim PTBR$ 1,8 milhão · 79.803 votosR$ 21,9
- Ciro Nogueira PPR$ 2,2 milhões · 107.563 votosR$ 20,2
- Paixão PTR$ 273 mil · 14.165 votosR$ 19,3
- Mussa Demes DEMR$ 1,2 milhão · 73.708 votosR$ 16,8
- Alberto Silva MDBR$ 662 mil · 42.151 votosR$ 15,7
- Jacinto Teles PTR$ 232 mil · 15.934 votosR$ 14,5
- Manoel Simplicio PVR$ 68 mil · 4.830 votosR$ 14,1
- Pastor José Roberto PSCR$ 52 mil · 3.765 votosR$ 13,9
- R Sá Filho PSDBR$ 1,2 milhão · 84.032 votosR$ 13,7
- Raulino Filho PSDBR$ 106 mil · 8.136 votosR$ 13
- Osmar Junior PC do BR$ 1,3 milhão · 96.935 votosR$ 12,9
- Haroldo Vasconcelos PLR$ 45 mil · 3.597 votosR$ 12,4
- Julio Cesar DEMR$ 1 milhão · 84.812 votosR$ 12,1
- Antonio Jose Medeiros PTR$ 1,5 milhão · 132.359 votosR$ 11,6
- Themisto MDBR$ 339 mil · 29.835 votosR$ 11,4
- Nazareno Fonteles PTR$ 726 mil · 64.212 votosR$ 11,3
- Celso Barros MDBR$ 158 mil · 14.075 votosR$ 11,3
- Mainha DEMR$ 778 mil · 72.092 votosR$ 10,8
- Atila PSDBR$ 913 mil · 98.442 votosR$ 9,27
- Dr. Willamy Santos PSBR$ 69 mil · 8.422 votosR$ 8,16
- Simplicio Mario PTR$ 196 mil · 31.287 votosR$ 6,27
- Elizeu Aguiar PTBR$ 184 mil · 31.435 votosR$ 5,86
- Pastor Gessivaldo PTBR$ 104 mil · 19.062 votosR$ 5,48
- Marcelo Castro MDBR$ 832 mil · 160.310 votosR$ 5,19
- Fernando Said PSDBR$ 58 mil · 15.550 votosR$ 3,74
- B. Sá PSBR$ 175 mil · 61.723 votosR$ 2,84
Votos por real
- 2006, deputado federal: 89 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.