Osmar Júnior
Osmar Ribeiro de Almeida Júnior · nasceu em 1959
Osmar Júnior se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda pelo voto; esquerda pelo partido
As medidas vão de −0,58 a −0,33 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo voto ele aparece mais à direita.
Votou como o governo orientou em 92% das votações, e com a maioria do próprio partido em 99%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2006 e 2010.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 54 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2010
- 2006Deputado federal · PiauíPC do B 6565· esquerda· na urna, Osmar Junioreleito96.935 votos; 5º mais votado de 83 no estado
- 2002Vice-governador · PiauíPC do B 13· esquerdaNa chapa de Wellington Diaschapa eleita688.278 votos da chapa, 51,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Osmar Júnior teve 69.705 votos para deputado federal, 4,0% dos votos válidos do estado: 14º lugar entre 88 candidatos.
Recebeu votos em 210 cidades. Teresina deu 10,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 52,6%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Osmar Júnior declarou R$ 980 mil em bens, em reais de hoje: 56 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2014.
Declarou 56 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Piauí em 2014.
- Osmar JúniorR$ 980 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- Apartamento residencial pegasusR$ 614,4 milApartamento
- Camionete toyotaR$ 145,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 88,1 milConta corrente no país
- Veículo uno mille way economyR$ 60 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/12 De terreno urbano no joquey clubR$ 40,4 milTerreno
- Consórcio automóvel banco do brasilR$ 26,8 milConsórcio não contemplado
- Banco do brasilR$ 3.894Caderneta de poupança
- Banco do brasilR$ 826Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Osmar Júnior declarou ao TSE R$ 6,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 3,5 milhões.
Campanha a campanha
2014 · Deputado federal · Piauí · PC do B · suplente
De onde veio
- Pessoas134 pessoas, não nomeadasR$ 949,7 mil26,9%
- Próprio bolsoR$ 73 mil2,1%
- Outros candidatosR$ 1.536< 0,1%
Para onde foi
- Serviços498 pessoas, não nomeadasR$ 742,9 mil18%
- Rádio, TV e vídeoR$ 157,1 mil3,8%
- EventosR$ 2.9440,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Piauí, 2014
Osmar Júnior: R$ 59,2 por voto (mediana da disputa, R$ 22,7). Quem venceu, Capitão Fabio Abreu, gastou R$ 4,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 4,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Osmar Júnior. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nazamara PRPR$ 43 mil · 328 votosR$ 132
- Iracema Portella PPR$ 12,9 milhões · 121.121 votosR$ 107
- Heraclito PSBR$ 8 milhões · 90.898 votosR$ 88
- Carla Soares REPUBLICANOSR$ 65 mil · 1.004 votosR$ 64,9
- Osmar Júnior PC do BR$ 4,1 milhões · 69.705 votosR$ 59,2
- Dudu PTR$ 434 mil · 7.624 votosR$ 57
- Toim Dufrango AGIRR$ 72 mil · 1.266 votosR$ 56,9
- Mainha SOLIDARIEDADER$ 1,6 milhão · 30.419 votosR$ 54,1
- Ana Letícia PTR$ 55 mil · 1.075 votosR$ 51,4
- Merlong Solano PTR$ 1,6 milhão · 45.824 votosR$ 33,9
- Hugo Napoleão PSDR$ 1,7 milhão · 59.977 votosR$ 28,7
- Madalena Nunes PSOLR$ 38 mil · 1.339 votosR$ 28,4
- Romildo Mafra PROSR$ 48 mil · 1.899 votosR$ 25,5
- Minas De França PSOLR$ 26 mil · 1.042 votosR$ 25,3
- Paes Landim PTBR$ 1,9 milhão · 82.549 votosR$ 22,9
- Assis Carvalho PTR$ 2,1 milhões · 94.093 votosR$ 22,7
- Jove Oliveira PTBR$ 355 mil · 15.664 votosR$ 22,6
- Marllos Sampaio MDBR$ 1,7 milhão · 77.230 votosR$ 22,6
- Paixão PTR$ 236 mil · 10.464 votosR$ 22,5
- Silas Freire PLR$ 1,6 milhão · 75.596 votosR$ 21,4
- Atila Lira PSBR$ 2,1 milhões · 129.276 votosR$ 16,6
- Geraldinho PSBR$ 37 mil · 2.479 votosR$ 14,8
- Flavio Nogueira PDTR$ 1,3 milhão · 88.765 votosR$ 14,6
- Celso Henrique CIDADANIAR$ 33 mil · 2.475 votosR$ 13,3
- Rejane Dias PTR$ 1,8 milhão · 134.157 votosR$ 13,3
- Marcelo Castro MDBR$ 1,2 milhão · 111.132 votosR$ 10,5
- Rodrigo PSBR$ 862 mil · 92.349 votosR$ 9,33
- Júlio César PSDR$ 800 mil · 99.750 votosR$ 8,02
- Idoneil Mesquita REPUBLICANOSR$ 150 mil · 21.553 votosR$ 6,95
- Capitão Fabio Abreu PTBR$ 359 mil · 80.839 votosR$ 4,44
Votos por real
- 2014, deputado federal: 18 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 58 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 78 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.