Joel
Joel Dikson de Lima Nogueira · nasceu em 1984
Joel se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), MOBILIZA (2008–2014), PSD (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do NorteMOBILIZA 33000· centro-direitasuplente32 votos; 210º mais votado de 244 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Joel teve 32 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 210º lugar entre 244 candidatos.
Recebeu votos em 14 cidades. Natal deu 28,1% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Joel declarou R$ 451,1 mil em bens, em reais de hoje: 78 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 424,1 mil acima da inflação.
Declarou 78 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- JoelR$ 451,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Joel declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jundiá (RN) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.45675,3%
- Próprio bolsoR$ 1.13224,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 92068,4%
- Material impressoTudo de S D Dos Santos Serigrafia E ConfeccaoR$ 42531,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Jundiá (RN), 2020
Joel: R$ 4,42 por voto (mediana da disputa, R$ 4,27). Quem venceu, Aecio Freitas, gastou R$ 2,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 13,4; o mais barato, R$ 2,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Joel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Dos Pires PLR$ 2,2 mil · 163 votosR$ 13,4
- Zé Edson PLR$ 1,3 mil · 154 votosR$ 8,68
- Josy MDBR$ 1,6 mil · 252 votosR$ 6,37
- Naldinho Chacon PLR$ 984 · 199 votosR$ 4,94
- Taty MDBR$ 892 · 198 votosR$ 4,50
- Joel MDBR$ 1,3 mil · 304 votosR$ 4,42
- Valdinho MDBR$ 1,1 mil · 265 votosR$ 4,27
- Romeika PLR$ 1,4 mil · 327 votosR$ 4,20
- Jisele Meireles PLR$ 1,1 mil · 270 votosR$ 4,13
- Wellinton PLR$ 909 · 247 votosR$ 3,68
- Abdias MDBR$ 566 · 208 votosR$ 2,72
- Aecio Freitas MDBR$ 566 · 235 votosR$ 2,41
Votos por real
- 2020, vereador: 226 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 8,3 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.