Betão
Paulo Roberto Batista das Neves · nasceu em 1956
Betão disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Nilópolis (RJ)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, ensino médio, publicitario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Betão declarou ao TSE R$ 326 em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Nilópolis (RJ) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 16350%
- Próprio bolsoR$ 16350%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 29390%
- EscritórioTudo de Banco Do BrasilR$ 237%
- TransporteR$ 103%
Quanto custou cada voto: prefeito, Nilópolis (RJ), 2004
Betão: R$ 0,07 por voto (mediana da disputa, R$ 0,75). Quem venceu, Farid Abrao, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 10,9; o mais barato, R$ 0,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Betão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Farid Abrao PPR$ 547 mil · 50.098 votosR$ 10,9
- Ratinho PDTR$ 104 mil · 26.271 votosR$ 3,96
- Demetrio PRONAR$ 3,2 mil · 4.249 votosR$ 0,75
- Betão PTR$ 326 · 4.498 votosR$ 0,07
Votos por real
- 2004, prefeito: 4.498 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.