Aroldo Figueiró
Aroldo Abussafi Figueiró · nasceu em 1953
Aroldo Figueiró se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2010), PODE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulPSC 20002· direitanão eleito539 votos; 132º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Aroldo Figueiró teve 539 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 132º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Campo Grande deu 76,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Aroldo Figueiró declarou R$ 406,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 210,8 mil acima da inflação.
Declarou 62% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Aroldo FigueiróR$ 406,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Aroldo Figueiró declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Campo Grande (MS) · PODE · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 1.70072,8%
- Fundo partidárioTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 63527,2%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 1.37658,9%
- Material impressoTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 63527,2%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 32413,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Grande (MS), 2016
Aroldo Figueiró: R$ 0,72 por voto (mediana da disputa, R$ 13,3). Quem venceu, Marquinhos Trad, gastou R$ 21,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,1; o mais barato, R$ 0,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aroldo Figueiró. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Athayde CIDADANIAR$ 313 mil · 3.965 votosR$ 79,1
- Rose Modesto PSDBR$ 6,8 milhões · 113.738 votosR$ 60,2
- Alex Do Pt PTR$ 271 mil · 8.482 votosR$ 31,9
- Marcelo Bluma PVR$ 316 mil · 10.707 votosR$ 29,5
- Marquinhos Trad PSDR$ 3,2 milhões · 147.694 votosR$ 21,4
- Coronel David PSCR$ 339 mil · 20.631 votosR$ 16,4
- Lauro Davi PROSR$ 26 mil · 1.943 votosR$ 13,3
- Elizeu Amarilha DCR$ 1,7 mil · 200 votosR$ 8,50
- Alcides Bernal PPR$ 940 mil · 111.128 votosR$ 8,46
- Pedrossian Filho DEMOCRATAR$ 19 mil · 2.416 votosR$ 7,84
- Suél Do Pstu PSTUR$ 4,3 mil · 1.320 votosR$ 3,26
- Adalton Garcia PRTBR$ 2,8 mil · 1.607 votosR$ 1,76
- Aroldo Figueiró PODER$ 2,3 mil · 3.261 votosR$ 0,72
Votos por real
- 2016, prefeito: 1.397 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.