Alcides Bernal
Alcides Jesus Peralta Bernal · nasceu em 1965
Alcides Bernal se candidatou em 8 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 4. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2004), PSL (2006), PP (2008–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2018: 53 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2016
- 2014
- 2012
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulPP 11011· direitaeleito26.159 votos; 13º mais votado de 240 no estado
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Alcides Bernal teve 26.159 votos para deputado estadual, 2,0% dos votos válidos do estado: 13º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 64 cidades. Campo Grande deu 80,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Alcides Bernal declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul em 2018.
- Alcides BernalR$ 2,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 181 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,7 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Alcides Bernal declarou ao TSE R$ 9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 4,2 milhões.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · PP · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 1,2 mi61,7%
- Fundo partidárioTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 738,9 mil36,8%
- PessoasR$ 24,5 mil1,2%
- Outros candidatosR$ 4.4810,2%
Para onde foi
- Pessoal595 pessoas, não nomeadasR$ 326,9 mil15,3%
- EscritórioR$ 10,7 mil0,5%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2018
Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, Rose Modesto, gastou R$ 9,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 510; o mais barato, R$ 8,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Suboficial Mabel SOLIDARIEDADER$ 270 mil · 529 votosR$ 510
- Darilsa Rezende AGIRR$ 226 mil · 1.015 votosR$ 223
- Michella Dutra MDBR$ 409 mil · 3.047 votosR$ 134
- Carla Stephanini MDBR$ 1,8 milhão · 19.533 votosR$ 94
- Wilton Acosta REPUBLICANOSR$ 2,3 milhões · 34.062 votosR$ 68,9
- Marcos Silva PROSR$ 151 mil · 2.215 votosR$ 68,2
- Sandra Cassone MDBR$ 474 mil · 7.489 votosR$ 63,3
- Paulo Salomão SOLIDARIEDADER$ 633 mil · 10.067 votosR$ 62,9
- Keliana Fernandes PROSR$ 321 mil · 5.293 votosR$ 60,6
- Alan Guedes DEMR$ 616 mil · 11.145 votosR$ 55,3
- Dagoberto PDTR$ 2,2 milhões · 40.233 votosR$ 53,6
- Elizeu Dionizio PSBR$ 2 milhão · 37.073 votosR$ 52,9
- Tereza Cristina DEMR$ 3,3 milhões · 75.068 votosR$ 44,6
- Gleice Jane PTR$ 554 mil · 12.997 votosR$ 42,6
- Machado PTR$ 214 mil · 5.158 votosR$ 41,5
- Valdinir Nobre MDBR$ 151 mil · 3.642 votosR$ 41,4
- Fabrício Venturoli PROSR$ 549 mil · 13.810 votosR$ 39,8
- Enfermeira Cida Amaral PROSR$ 313 mil · 8.452 votosR$ 37
- Professor Jaime PTR$ 546 mil · 15.820 votosR$ 34,5
- Cido Medeiros DEMR$ 227 mil · 7.938 votosR$ 28,7
- Nenão MDBR$ 170 mil · 6.345 votosR$ 26,8
- Geraldo Resende PSDBR$ 1,6 milhão · 61.675 votosR$ 25,7
- Vander Loubet PTR$ 1,1 milhão · 55.970 votosR$ 19,7
- Bia Cavassa PSDBR$ 341 mil · 17.834 votosR$ 19,1
- Beto Pereira PSDBR$ 1,2 milhão · 80.500 votosR$ 15,2
- George Takimoto MDBR$ 379 mil · 26.025 votosR$ 14,6
- Fabio Trad PSDR$ 934 mil · 89.385 votosR$ 10,5
- Rose Modesto PSDBR$ 1,1 milhão · 120.901 votosR$ 9,25
- Odilon De Oliveira PDTR$ 167 mil · 19.198 votosR$ 8,72
Votos por real
- 2016, prefeito: 118 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2014, senador: 393 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 49 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.