Antonio Carlos Ouro Verde
Antonio Carlos Barbosa · nasceu em 1967
Antonio Carlos Ouro Verde disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Alto Alegre dos Parecis (RO)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 36 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Antonio Carlos Ouro Verde declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Alto Alegre dos Parecis (RO) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.3033,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Alto Alegre dos Parecis (RO), 2004
Antonio Carlos Ouro Verde: R$ 27,3 por voto (mediana da disputa, R$ 13,3). Quem venceu, Pe.Ton, gastou R$ 0,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,3; o mais barato, R$ 0,83.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Carlos Ouro Verde. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Carlos Ouro Verde PSDBR$ 40 mil · 1.455 votosR$ 27,3
- Vitória DEMR$ 23 mil · 1.739 votosR$ 13,3
- Pe.Ton PTR$ 2 mil · 2.402 votosR$ 0,83
Votos por real
- 2004, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.