Apuração
Deputado federal · 2018 · PT

Padre Ton

Mariton Benedito de Holanda · nasceu em 1968

Padre Ton se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 3.

01

Esquerda pelo voto; centro-esquerda pelo partido

As medidas vão de −0,41 a −0,39 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 95% das votações, e com a maioria do próprio partido em 98%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2011–2015−0,41Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2004PT2008PT2010PT2014PT2016PT2018PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2010.

Sempre pelo PT.

GovernadorDep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoPT20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 49 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rondônia
    PT 1300· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2018
    Deputado federal · Rondônia
    PT 1300· esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2016
    PT 15· centro-esquerda· na urna, Ton
    Na chapa de Marcos Aurelio
    chapa eleita4.592 votos da chapa, 68,7%
  4. 2014
    Governador · Rondônia
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito101.612 votos, 12,6%
  5. 2010
    Deputado federal · Rondônia
    PT 1300· centro-esquerda
    eleito31.128 votos; 8º mais votado de 71 no estado
  6. 2008
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Ton
    eleito4.187 votos, 65,9%
  7. 2004
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Pe.ton
    eleito2.402 votos, 42,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Padre Ton teve 31.128 votos para deputado federal, 4,1% dos votos válidos do estado: 8º lugar entre 71 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Rolim de Moura deu 10,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,6%.

31.128 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 31.128 votos.
  1. Rolim de Moura (RO)3.349 votos10,8%
  2. Alta Floresta D'oeste (RO)2.819 votos9,1%
  3. Alto Alegre dos Parecis (RO)2.517 votos8,1%
  4. Cacoal (RO)2.477 votos8%
  5. Porto Velho (RO)1.844 votos5,9%
  6. Outras 37 cidades8.220 votos26,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Padre Ton declarou R$ 445,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 384,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 445,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 292.548 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Rondônia em 2018.

  • Padre TonR$ 445,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 172,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 445,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Outros bens ImóveisR$ 228,3 mil
    Outros bens imóveis
  2. Veiculo automotor terrestre: caminhãoR$ 149,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Outros bens móveisR$ 54,8 mil
    Outros bens móveis
  4. Deposito bancaria em conta corrente no paisR$ 6.939
    Caderneta de poupança
  5. Deposito bancaria em conta corrente no paisR$ 6.056
    Conta corrente no país
  6. Deposito bancaria em conta corrente no paisR$ 15
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Padre Ton declarou ao TSE R$ 2,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para governador: R$ 1,1 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Rondônia · PT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 634,3 mil
86% veio de fundos públicos; 39 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 634,3 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 546,6 mil86,2%
  2. Pessoas39 pessoas, não nomeadasR$ 87,4 mil13,8%
  3. VaquinhaR$ 302< 0,1%

Para onde foi

R$ 569,8 mil
O maior gasto foi com serviços: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 569,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 6.0321,1%
  2. EventosR$ 1.7160,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rondônia, 2018

Mediana da disputa: R$ 37,8 por voto. Quem venceu, Silvia Cristina, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 601; o mais barato, R$ 8,80.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, governador: 114 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 63 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 1.211 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.