André Banana
Andre de Mello Costa · nasceu em 1975
André Banana se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PRP (2004), PT (2008–2010), PSL (2012), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPT 13555· centro-esquerdasuplente1.385 votos; 479º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Mangaratiba (RJ)PRP 11· direitaNa chapa de Dr. Niltinhochapa não eleita8.121 votos da chapa, 35,5%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, André Banana teve 1.385 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 479º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 42 cidades. Mangaratiba deu 48,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, André Banana declarou R$ 35,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 31,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2020.
- André BananaR$ 35,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 333,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 551,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, André Banana declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Mangaratiba (RJ) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 11,5 mil67%
- Próprio bolsoR$ 5.66133%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 8.49149,5%
- EscritórioR$ 1< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mangaratiba (RJ), 2020
André Banana: R$ 33,8 por voto (mediana da disputa, R$ 25,7). Quem venceu, Alan Bombeiro, gastou R$ 25,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,3; o mais barato, R$ 17,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: André Banana. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cel Altanir Freitas PSLR$ 29 mil · 632 votosR$ 45,3
- André Banana SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 508 votosR$ 33,8
- Aarão CIDADANIAR$ 304 mil · 10.288 votosR$ 29,5
- Alan Bombeiro PPR$ 343 mil · 13.342 votosR$ 25,7
- Thiago Targino PODER$ 1,4 mil · 69 votosR$ 20,5
- Cledson PSBR$ 17 mil · 941 votosR$ 17,6
Votos por real
- 2020, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 51 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.