Alan Bombeiro
Alan Campos da Costa · nasceu em 1976
Alan Bombeiro se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2020.
Passou por 3 partidos: PDT (2012), PSDB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, prefeito, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Alan Bombeiro declarou R$ 554,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 548,2 mil acima da inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2020.
- Alan BombeiroR$ 554,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 333,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 551,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alan Bombeiro declarou ao TSE R$ 522 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 405 mil, 35% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Mangaratiba (RJ) · PP · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas-Rio De Janeiro-Rj-EstadualR$ 141,5 mil35%
- Próprio bolsoR$ 99,1 mil24,5%
- PartidoTudo de Partido Progressista - PpR$ 87,8 mil21,7%
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 76,4 mil18,9%
Para onde foi
- Pessoal100 pessoas, não nomeadasR$ 178,3 mil52%
- EscritórioR$ 7530,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mangaratiba (RJ), 2020
Alan Bombeiro: R$ 25,7 por voto (mediana da disputa, R$ 25,7). O voto mais caro custou R$ 45,3; o mais barato, R$ 17,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cel Altanir Freitas PSLR$ 29 mil · 632 votosR$ 45,3
- André Banana SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 508 votosR$ 33,8
- Aarão CIDADANIAR$ 304 mil · 10.288 votosR$ 29,5
- Alan Bombeiro PPR$ 343 mil · 13.342 votosR$ 25,7
- Thiago Targino PODER$ 1,4 mil · 69 votosR$ 20,5
- Cledson PSBR$ 17 mil · 941 votosR$ 17,6
Votos por real
- 2020, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 95 votos por R$ 1.000, 7,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 194 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.