Aluzair
Aluzair Rosa dos Santos · nasceu em 1950
Aluzair se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2002–2012), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Morrinhos (GO)PP 45· direitaNa chapa de Prof. Cleumarchapa não eleita11.908 votos da chapa, 49,0%
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Aluzair teve 8.936 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 94º lugar entre 485 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Morrinhos deu 69,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Aluzair declarou R$ 201 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 132,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- AluzairR$ 201 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Aluzair declarou ao TSE R$ 225 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 92 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Morrinhos (GO) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 13,8 mil96,3%
- Outros candidatosR$ 5253,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.50759,2%
- OutrosR$ 3.23822,5%
- TransporteR$ 2.47417,2%
- ServiçosR$ 810,6%
- EscritórioR$ 680,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Morrinhos (GO), 2016
Aluzair: R$ 36,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,6). Quem venceu, Sargento Romero, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,3; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aluzair. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tom MDBR$ 19 mil · 270 votosR$ 69,3
- Aluzair PSBR$ 14 mil · 395 votosR$ 36,4
- Maycllyn Carreiro PRTBR$ 17 mil · 506 votosR$ 33,2
- Wellington Dias PSLR$ 28 mil · 878 votosR$ 32,3
- Ze Fala Grossa PTBR$ 19 mil · 642 votosR$ 29,4
- Alex Timbete PVR$ 19 mil · 796 votosR$ 23,6
- Paulinho Do Helenês PSDBR$ 23 mil · 1.018 votosR$ 22,5
- Sabara PODER$ 12 mil · 556 votosR$ 22,1
- Nubia PSDR$ 36 mil · 1.715 votosR$ 21,1
- Tiãozinho Ônibus PSDR$ 12 mil · 640 votosR$ 18,9
- Sargento Romero PTBR$ 24 mil · 1.403 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 97 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.