Paulinho do Helenês
Paulo Roberto de Morais Candido · nasceu em 1962
Paulinho do Helenês se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PDT (2012–2014), PSDB (2016–2018), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, superior incompleto, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2018
- 2016
- 2014Deputado estadual · GoiásPDT 12000· centro-esquerdasuplente10.656 votos; 88º mais votado de 717 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Paulinho do Helenês teve 10.656 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 88º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Morrinhos deu 78,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Paulinho do Helenês declarou R$ 278,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2018, o total subiu R$ 168,9 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2018.
- Paulinho do HelenêsR$ 278,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 106,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Paulinho do Helenês declarou ao TSE R$ 386 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 277 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Morrinhos (GO) · PRD · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Morrinhos (GO), 2024
Mediana da disputa: R$ 37,7 por voto. Quem venceu, Wellington Dias, gastou R$ 31,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.633; o mais barato, R$ 18,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Danilo Henrique PSOLR$ 9,3 mil · 2 votosR$ 4.633
- Ingrid Silva PODER$ 11 mil · 8 votosR$ 1.367
- Elisângela Maria PSOLR$ 13 mil · 17 votosR$ 778
- Zé Leco PSOLR$ 8,8 mil · 14 votosR$ 630
- Regina Oliveira PSOLR$ 26 mil · 44 votosR$ 589
- Pablo Lisboa PSOLR$ 9,1 mil · 20 votosR$ 455
- Ricardo Pantaleão UNIÃOR$ 27 mil · 714 votosR$ 37,7
- Camila Romano PRDR$ 39 mil · 1.059 votosR$ 36,5
- Wellington Dias PPR$ 25 mil · 786 votosR$ 31,2
- Sirlene Estevão NOVOR$ 13 mil · 456 votosR$ 28,8
- Cicilia Rosa MDBR$ 15 mil · 607 votosR$ 24,8
- Fabiana Toledo PSDBR$ 8,5 mil · 466 votosR$ 18,3
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 29 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.