Apuração
Deputado federal · 2010 · AVANTE

Alexandre Furtado

nasceu em 1959

Alexandre Furtado se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSL2006PSL2010AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSL (2004–2006), AVANTE (2010).

GovernadorDep. federalVereadorPartidoPSLAVANTE2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, não eleito.

Declarou ao TSE em 2010: 50 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    AVANTE 7037· centro-direita
    não eleito109 votos; 709º mais votado de 751 no estado
  2. 2006
    Governador · Rio de Janeiro
    PSL 17· direita
    não eleito5.304 votos, 0,1%
  3. 2004
    PSL 17017· direita
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Alexandre Furtado teve 109 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 709º lugar entre 751 candidatos.

Recebeu votos em 13 cidades. Rio de Janeiro deu 80,7% deles.

109 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 109 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)88 votos80,7%
  2. Vassouras (RJ)4 votos3,7%
  3. Cordeiro (RJ)3 votos2,8%
  4. Cantagalo (RJ)2 votos1,8%
  5. Itaboraí (RJ)2 votos1,8%
  6. Valença (RJ)1 voto0,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre Furtado declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Governador · Rio de Janeiro · PSL · não eleito

De onde veio

R$ 11,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.88034,3%

Para onde foi

R$ 11,3 mil
O maior gasto foi com outros: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 8.32973,8%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.80916%
  3. EscritórioR$ 710,6%

Quanto custou cada voto: governador, Rio de Janeiro, 2006

Alexandre Furtado: R$ 2,13 por voto (mediana da disputa, R$ 3,54). Quem venceu, Sergio Cabral, gastou R$ 8,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 15,8; o mais barato, R$ 1,01.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Furtado. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, governador: 470 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.