Carlos Lupi
Carlos Roberto Lupi · nasceu em 1957
Carlos Lupi se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2014, não eleito.
Declarou ao TSE em 2014: 57 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Carlos Lupi declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 526,2 mil acima da inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a senador no Rio de Janeiro em 2014.
- Carlos LupiR$ 2,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 892,9 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- Aplicação renda fixa mixR$ 1,2 miRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Apatamento comprado em 2001R$ 678,7 milApartamento
- Apartamento (flat quarto/sala) em 75 prestações -1994R$ 204,4 milApartamento
- Automovel fiat free montR$ 203,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Venda de automovel xsara picasso citroen ano 2007R$ 64 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente no banco do brasilR$ 58,2 milConta corrente no país
- Lotes 421 e 422R$ 2.692Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Lupi declarou ao TSE R$ 9,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para senador: R$ 5,3 milhões, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2014 · Senador · Rio de Janeiro · PDT · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Df Nacional Para Presidente Da Republica PdtR$ 960,1 mil18,1%
- Outros candidatosR$ 145,1 mil2,7%
- EmpresasR$ 84,5 mil1,6%
- PessoasR$ 25 mil0,5%
- OutrosR$ 11,8 mil0,2%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 192 mil3,8%
- PessoalR$ 171,4 mil3,4%
- TransporteR$ 120,4 mil2,4%
- EscritórioR$ 106,4 mil2,1%
- EventosR$ 960< 0,1%
Quanto custou cada voto: senador, Rio de Janeiro, 2014
Carlos Lupi: R$ 21,9 por voto (mediana da disputa, R$ 0,64). Quem venceu, Romário, gastou R$ 0,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,9; o mais barato, R$ 0,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Lupi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carlos Lupi PDTR$ 5 milhões · 228.086 votosR$ 21,9
- Cesar Maia DEMR$ 11,9 milhões · 1.514.727 votosR$ 7,86
- Heitor Fernandes PSTUR$ 9,9 mil · 11.444 votosR$ 0,87
- Liliam Sá PROSR$ 324 mil · 507.872 votosR$ 0,64
- Romário PSBR$ 2,3 milhões · 4.683.963 votosR$ 0,48
- Pedro Rosa PSOLR$ 29 mil · 137.652 votosR$ 0,21
- Diplomata Sebastião Neves REPUBLICANOSR$ 32 mil · 301.162 votosR$ 0,11
Votos por real
- 2014, senador: 46 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2006, governador: 65 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2002, senador: 76 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.